Almir Guineto morre aos 70 anos

Morreu nesta sexta-feira, aos 70 anos, o sambista Almir Guineto, fundador do grupo Fundo de Quintal. Guineto estava internado desde março, com pneumonia, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Rio; nascido e criado no morro do Salgueiro, na Tijuca, zona norte do Rio, teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos na família. Seu pai era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba

Morreu nesta sexta-feira, aos 70 anos, o sambista Almir Guineto, fundador do grupo Fundo de Quintal. Guineto estava internado desde março, com pneumonia, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Rio; nascido e criado no morro do Salgueiro, na Tijuca, zona norte do Rio, teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos na família. Seu pai era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba
Morreu nesta sexta-feira, aos 70 anos, o sambista Almir Guineto, fundador do grupo Fundo de Quintal. Guineto estava internado desde março, com pneumonia, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Rio; nascido e criado no morro do Salgueiro, na Tijuca, zona norte do Rio, teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos na família. Seu pai era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba (Foto: José Barbacena)
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247 - Morreu nesta sexta-feira (5), aos 70 anos, o sambista Almir Guineto, fundador do grupo Fundo de Quintal. Guineto estava internado desde março, com pneumonia, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Zona Norte do Rio.  Contudo, a causa da morte ainda não foi confirmada pelos médicos.

Almir Guineto se afastou dos palcos em junho do ano passado, para se tratar de uma insuficiência renal crônica.

Nascido e criado no morro do Salgueiro, na Tijuca, zona norte do Rio, teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos na família. Seu pai era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba. A mãe, conhecida como Dona Fia, era costureira e uma das principais figuras de destaque da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro.

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