Caixa eleva em 45% vendas de planos de previdência

Banco decidiu reformular seus produtos, após um ano de volatilidade no setor de previdência privada; ao segmentá-los e simplificá-los, a Caixa aumentou as vendas em 45% de janeiro a fevereiro ante o mesmo período de 2013; "O plano de previdência privada tem de ser simplificado. A indústria precisa desmistificar essa sopa de letrinhas. O produto ainda é muito complexo", explica Rosana Techima, diretora da Caixa Previdência

Banco decidiu reformular seus produtos, após um ano de volatilidade no setor de previdência privada; ao segmentá-los e simplificá-los, a Caixa aumentou as vendas em 45% de janeiro a fevereiro ante o mesmo período de 2013; "O plano de previdência privada tem de ser simplificado. A indústria precisa desmistificar essa sopa de letrinhas. O produto ainda é muito complexo", explica Rosana Techima, diretora da Caixa Previdência
Banco decidiu reformular seus produtos, após um ano de volatilidade no setor de previdência privada; ao segmentá-los e simplificá-los, a Caixa aumentou as vendas em 45% de janeiro a fevereiro ante o mesmo período de 2013; "O plano de previdência privada tem de ser simplificado. A indústria precisa desmistificar essa sopa de letrinhas. O produto ainda é muito complexo", explica Rosana Techima, diretora da Caixa Previdência (Foto: Leonardo Lucena)
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247 – A Caixa Econômica Federal (CEF) decidiu reformular seus produtos, após um ano de volatilidade financeira no setor de previdência privada. Ao segmentá-los e simplificá-los, o banco aumentou a quantidade de planos vendidos em 45% de janeiro a fevereiro desse ano, na comparação com o mesmo período de 2013.

"O plano de previdência privada tem de ser simplificado. A indústria precisa desmistificar essa sopa de letrinhas. O produto ainda é muito complexo", afirmou Rosana Techima, diretora da Caixa Previdência, em entrevista à Agência Estado.

Com aproximadamente 1 milhão de clientes, a Caixa Previdência faturou R$ 4,3 bilhões em 2013, o que representou um aumento de 10,7% em relação a 2012. Em reservas, são quase R$ 22 bilhões.

De acordo com a dirigente, apesar de a iniciativa não gerar efeitos positivos de imediato, os benefícios devem aparecer a longo prazo, pois, como as pessoas terão melhor compreensão quanto ao investimento em previdência privada, não só vão aderir ao produto como seguirão com ele.

"O cenário macroeconômico pesou na nossa decisão de simplificar os produtos. Queremos mostrar para os clientes que investir em um produto de previdência privada significa longo prazo. Quando o cliente resgata no curto prazo, ele baixa o prejuízo", disse Rosana. A diretora diz também que as classes em ascensão – tanto a C como as que ingressaram na classe B – necessitam de melhor orientação sobre como poupar aposentadoria porque a linguagem do produto é bastante técnica. 

 

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