Pelo menos sete estados não garantem pagar 13º

Diante da crise econômica que assola o país, pelo menos sete estados preveem dificuldades para pagar o 13º salário e o restante dos salários de servidores públicos até o fim do ano; Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima não teriam, hoje, os recursos para honrar o compromisso, segundo os secretários de Fazenda; alguns deles não conseguirão fazer o pagamento mesmo com a ajuda esperada do governo federal

Diante da crise econômica que assola o país, pelo menos sete estados preveem dificuldades para pagar o 13º salário e o restante dos salários de servidores públicos até o fim do ano; Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima não teriam, hoje, os recursos para honrar o compromisso, segundo os secretários de Fazenda; alguns deles não conseguirão fazer o pagamento mesmo com a ajuda esperada do governo federal
Diante da crise econômica que assola o país, pelo menos sete estados preveem dificuldades para pagar o 13º salário e o restante dos salários de servidores públicos até o fim do ano; Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima não teriam, hoje, os recursos para honrar o compromisso, segundo os secretários de Fazenda; alguns deles não conseguirão fazer o pagamento mesmo com a ajuda esperada do governo federal (Foto: Romulo Faro)

247 - Diante da crise econômica que assola o país, pelo menos sete estados preveem dificuldades para pagar o 13º salário e o restante dos salários de servidores públicos até o fim do ano. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima não teriam, hoje, os recursos para honrar o compromisso, segundo os secretários de Fazenda, conforme publicação do jornal O Estado de São Paulo.

Alguns deles não conseguirão fazer o pagamento mesmo com a ajuda esperada do governo federal. Além do socorro do Tesouro, eles contam com a recuperação, mesmo que mínima, da economia – o que contribuiria para o aumento da arrecadação.

Antes de se preocupar com o pagamento do salário adicional, muitos estados ainda precisam se empenhar para dar conta do contracheque dos próximos meses. A situação é tão delicada que um dia é vivido de cada vez, e o fim do ano ainda é questão de longo prazo. "Não temos nada definido sobre o pagamento do 13.º. Há um longo caminho ainda até o dia 20 de dezembro (prazo para o depósito). Não podemos garantir nada", disse o secretário estadual de Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes.

Quem já paga o 13.º salário no aniversário do servidor, alternativa que vem sendo utilizada para diluir o impacto ao longo do ano, está com o caixa menos pressionado. Os governadores devem se reunir na próxima semana com o presidente Michel Temer em busca de definição. Eles querem um socorro de até R$ 8 bilhões, em uma linha emergencial de financiamento. Temer, porém, sinalizou que qualquer ajuda só deve vir do programa de repatriação de recursos do exterior.

O Rio, que tem uma das situações mais difíceis e quer ajuda da União, oficialmente diz que está estudando alternativas. Mas fontes do governo fluminense afirmam que não há recursos suficientes para quitar sequer a folha de outubro, mesmo se o governo não pagasse mais nada fora despesa de pessoal. Caso o governo atrase o 13º, cerca de 470 mil servidores ativos, inativos e pensionistas poderiam ser afetados.

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