23 são indiciados por desvios de recursos da UFSC

Relatório parcial da investigação da PF concluiu que professores e funcionários da instituição agiam no esquema; eles devem ser indiciados por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, entre outros crimes; caso gerou grande polêmica depois que o ex reitor da Universidade, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que chegou a ser preso por suspeita de participação no esquema, se suicidou em um shopping de Florianópolis

Relatório parcial da investigação da PF concluiu que professores e funcionários da instituição agiam no esquema; eles devem ser indiciados por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, entre outros crimes; caso gerou grande polêmica depois que o ex reitor da Universidade, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que chegou a ser preso por suspeita de participação no esquema, se suicidou em um shopping de Florianópolis
Relatório parcial da investigação da PF concluiu que professores e funcionários da instituição agiam no esquema; eles devem ser indiciados por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, entre outros crimes; caso gerou grande polêmica depois que o ex reitor da Universidade, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que chegou a ser preso por suspeita de participação no esquema, se suicidou em um shopping de Florianópolis (Foto: Voney Malta)

Rio grande do Sul 247 – Relatório parcial decorrente da Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, indiciou 23 pessoas por desvios de verbas em cursos de Educação a Distância (EaD) na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). 

A investigação concluiu que professores e funcionários da instituição agiam no esquema e devem ser indiciados pelos crimes de concussão, peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica, além de outras tipificações.

POLÊMICA

A Operação gerou uma grande polêmica depois que o ex reitor da universidade, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que chegou a ser preso por suspeita de participação no esquema, se suicidou em um shopping de Florianópolis.

A peça será encaminhada ao Ministério Público Federal (MPF), que decidirá se denuncia ou não os indiciados pela PF, de acordo com reportagem publicada por Fausto Macedo, no Estadão (leia aqui).

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