Ação do MP pode cassar candidatura de Doria

Promotoria reúne elementos para propor uma ação contra a candidatura de João Doria (PSDB) a prefeito de São Paulo sob suspeita de abuso de poder político, segundo a colunista Natuza Nery; o MP investiga se há relação entre a nomeação de um filiado ao PP para a Secretaria de Meio Ambiente do tucano Geraldo Alckmin e o apoio do partido a Doria; “Práticas não se tornam lícitas com o passar do tempo apenas por terem ocorrido reiteradamente”, diz o promotor José Carlos Bonilha; governo Alckmin alega que a escolha de secretários segue “critérios técnicos”

Promotoria reúne elementos para propor uma ação contra a candidatura de João Doria (PSDB) a prefeito de São Paulo sob suspeita de abuso de poder político, segundo a colunista Natuza Nery; o MP investiga se há relação entre a nomeação de um filiado ao PP para a Secretaria de Meio Ambiente do tucano Geraldo Alckmin e o apoio do partido a Doria; “Práticas não se tornam lícitas com o passar do tempo apenas por terem ocorrido reiteradamente”, diz o promotor José Carlos Bonilha; governo Alckmin alega que a escolha de secretários segue “critérios técnicos”
Promotoria reúne elementos para propor uma ação contra a candidatura de João Doria (PSDB) a prefeito de São Paulo sob suspeita de abuso de poder político, segundo a colunista Natuza Nery; o MP investiga se há relação entre a nomeação de um filiado ao PP para a Secretaria de Meio Ambiente do tucano Geraldo Alckmin e o apoio do partido a Doria; “Práticas não se tornam lícitas com o passar do tempo apenas por terem ocorrido reiteradamente”, diz o promotor José Carlos Bonilha; governo Alckmin alega que a escolha de secretários segue “critérios técnicos” (Foto: Roberta Namour)

247 - O Ministério Público Eleitoral reúne elementos para propor uma ação contra a candidatura de João Doria (PSDB) a prefeito de São Paulo sob suspeita de abuso de poder político, segundo a colunista Natuza Nery.

A Promotoria investiga se há relação entre a nomeação de um filiado ao PP para a Secretaria de Meio Ambiente do tucano Geraldo Alckmin e o apoio do partido a Doria. “Práticas não se tornam lícitas com o passar do tempo apenas por terem ocorrido reiteradamente”, diz o promotor José Carlos Bonilha.

A campanha de Doria diz que não há “fundamento jurídico” na ação. O governo Alckmin, que não há relação entre a administração pública e a “lógica eleitoral” e que a escolha de secretários segue “critérios técnicos”.

“Não existe qualquer relação entre a administração pública e a lógica eleitoral. A escolha de secretários — filiados ou não a partidos, participantes ou não de entidades de classe ou demais organizações da sociedade civil — obedece única e exclusivamente a critérios técnicos voltados ao interesse público”, diz a íntegra da nota do Palácio dos Bandeirantes.

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