Advogado quer pedir exumação do corpo de João Victor

O advogado Francisco Carlos da Silva, que representa a família do adolescente João Victor, de 13 anos, que sofreu um mal súbito após, segundo testemunhas, ter sido agredido por seguranças do Habib´s, disse que os parentes do garoto acreditam que as agressões contribuíram para sua morte; o resultado da perícia do IML divulgada nesta terça, que apontou que o garoto usou drogas e sofreu um infarto, segundo ele, é "apenas um laudo" e a família quer que seja feita uma contraprova

O advogado Francisco Carlos da Silva, que representa a família do adolescente João Victor, de 13 anos, que sofreu um mal súbito após, segundo testemunhas, ter sido agredido por seguranças do Habib´s, disse que os parentes do garoto acreditam que as agressões contribuíram para sua morte; o resultado da perícia do IML divulgada nesta terça, que apontou que o garoto usou drogas e sofreu um infarto, segundo ele, é "apenas um laudo" e a família quer que seja feita uma contraprova
O advogado Francisco Carlos da Silva, que representa a família do adolescente João Victor, de 13 anos, que sofreu um mal súbito após, segundo testemunhas, ter sido agredido por seguranças do Habib´s, disse que os parentes do garoto acreditam que as agressões contribuíram para sua morte; o resultado da perícia do IML divulgada nesta terça, que apontou que o garoto usou drogas e sofreu um infarto, segundo ele, é "apenas um laudo" e a família quer que seja feita uma contraprova (Foto: Gisele Federicce)

247 - O advogado Francisco Carlos da Silva, que representa a família de João Victor, de 13 anos, que morreu no domingo de carnaval (26) após, segundo testemunhas, ter sido agredido por seguranças do Habib´s na zona norte de São Paulo deve pedir a exumação do corpo.

Segundo ele, os parentes do adolescente acreditam que as agressões contribuíram para sua morte, de acordo com reportagem do UOL.

Nesta terça, foi divulgado o resultado de uma perícia do IML sobre a morte do garoto, que apontou que ele usou lança-perfumes ("loló"), além de uma dose pequena de cocaína, e sofreu um infarto.

De acordo com o advogado, porém, este é "apenas um laudo" e a família quer que seja feita uma contraprova com a exumação do corpo. "Vamos exigir a exumação do corpo. Não é a primeira vez e nem a última que laudos são feitos e depois se faz outro laudo. Em alguns casos, as informações do novo laudo diferem completamente da primeira versão", disse.

Reportagem do jornalista Renato Rovai mostra que o médico que assinou o laudo compartilha informações de Jair Bolsonaro e é a favor da redução da maioridade penal.

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