Alckmin: Temer tem de ser rápido contra crise fiscal

Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que, se assumir a Presidência, o vice Michel Temer “tem de agir duro na questão fiscal, cortar gastos, porque, se não fizer, daqui a três anos a relação dívida/PIB vai estar em 80%”; declarou ainda que o PSDB não deve integrar o um “possível governo Temer”; “medidas importantes, de interesse do Brasil, que ajudem a recuperação econômica, ajudem a recuperação do emprego terão todo o nosso apoio. Mas sem cargo, sem pasta, nada disso”

Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que, se assumir a Presidência, o vice Michel Temer “tem de agir duro na questão fiscal, cortar gastos, porque, se não fizer, daqui a três anos a relação dívida/PIB vai estar em 80%”; declarou ainda que o PSDB não deve integrar o um “possível governo Temer”; “medidas importantes, de interesse do Brasil, que ajudem a recuperação econômica, ajudem a recuperação do emprego terão todo o nosso apoio. Mas sem cargo, sem pasta, nada disso”
Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que, se assumir a Presidência, o vice Michel Temer “tem de agir duro na questão fiscal, cortar gastos, porque, se não fizer, daqui a três anos a relação dívida/PIB vai estar em 80%”; declarou ainda que o PSDB não deve integrar o um “possível governo Temer”; “medidas importantes, de interesse do Brasil, que ajudem a recuperação econômica, ajudem a recuperação do emprego terão todo o nosso apoio. Mas sem cargo, sem pasta, nada disso” (Foto: Roberta Namour)
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247 - Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que, se assumir a Presidência, o vice Michel Temer “tem de agir duro na questão fiscal, cortar gastos, porque, se não fizer, daqui a três anos a relação dívida/PIB vai estar em 80%”.

Alckmin disse também que vai sugerir a Temer que proponha ao Congresso uma reforma política: “Fazendo a reforma política e reduzindo o número de partidos, eu sou favorável ao financiamento público de campanhas”, afirmou.

Declarou ainda que o PSDB não deve integrar o um “possível governo Temer”; “medidas importantes, de interesse do Brasil, que ajudem a recuperação econômica, ajudem a recuperação do emprego terão todo o nosso apoio. Mas sem cargo, sem pasta, nada disso” (leia aqui).

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