Caiado diz que novo decreto será 'rígido' e vai liberar apenas mercados, farmácias e setor de produção de alimentos em Goiás

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirma que um novo decreto pelo isolamento social terá "muito mais estrutura, com toda minha área de Segurança Pública"

Ronado Caiado
Ronado Caiado (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
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247 - O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), afirmou nesta terça-feira (12), que baixará um novo decreto mais "rígido" na crise do coronavírus e vai liberar somente serviços que ele considera essenciais, como farmácias e supermercados. 

O chefe do Executivo estadual espera que o isolamento social volte a se aproximar dos 60%. Questionado na Rádio CBN Goiânia se a situação voltaria a ser como a estipulada no primeiro decreto, em março, Caiado respondeu: "Exatamente, voltará a ser apenas a parte essencial. Agora, com muito mais estrutura, com toda minha área de Segurança Pública".

"Vamos baixar um decreto mais rígido e vamos fazer com que haja um fechamento significativo das atividades econômicas, prevalecendo apenas o que é essencial mesmo, o que significa hospitais, drogarias, supermercados e transformação de alimentos", complementou.

O governador afirmou que o novo decreto deve ter prazo de 10 a 15 dias. 

De acordo com o site do governo disponibilizado para atualizações de casos da covid-19, Goiás tem 1.100 confirmações e 49 mortes. 

Em nível nacional são 168,3 mil confirmações. Na plataforma global chamada Worldometers, que disponibiliza os dados internacionais, por países, o Brasil tem 172 mil casos e já se aproxima da sétima posição no ranking. 

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