Codemig descartou registros que poderiam provar reunião de propina a Aécio

Reunião relatada pelo delator da Lava Jato e ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves, onde teria sido acertada o pagamento de R$ 15 milhões em propinas para campanhas do senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), não poderá ser comprovada porque a estatal mineira Codemig diz ter descartado os registros de entrada e saída de 2014; Procuradoria Geral da República havia solicitado a informação, por meio de autorização do ministro do STF Edson Fachin, os registros de visita datados de setembro de 2014, época em que a reunião teria acontecido; "No período solicitado para a informação, o controle interno de visitantes, nas dependências do Edifício Sede da Codemig, era feito manualmente, já tendo sido descartados", disse a Codemig

Reunião relatada pelo delator da Lava Jato e ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves, onde teria sido acertada o pagamento de R$ 15 milhões em propinas para campanhas do senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), não poderá ser comprovada porque a estatal mineira Codemig diz ter descartado os registros de entrada e saída de 2014; Procuradoria Geral da República havia solicitado a informação, por meio de autorização do ministro do STF Edson Fachin, os registros de visita datados de setembro de 2014, época em que a reunião teria acontecido; "No período solicitado para a informação, o controle interno de visitantes, nas dependências do Edifício Sede da Codemig, era feito manualmente, já tendo sido descartados", disse a Codemig
Reunião relatada pelo delator da Lava Jato e ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves, onde teria sido acertada o pagamento de R$ 15 milhões em propinas para campanhas do senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), não poderá ser comprovada porque a estatal mineira Codemig diz ter descartado os registros de entrada e saída de 2014; Procuradoria Geral da República havia solicitado a informação, por meio de autorização do ministro do STF Edson Fachin, os registros de visita datados de setembro de 2014, época em que a reunião teria acontecido; "No período solicitado para a informação, o controle interno de visitantes, nas dependências do Edifício Sede da Codemig, era feito manualmente, já tendo sido descartados", disse a Codemig (Foto: Paulo Emílio)
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Minas 247 - A reunião relatada pelo delator da Lava Jato e ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves, onde teria sido acertada o pagamento de propinas para campanhas do senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), não poderá ser comprovada porque a estatal mineira Codemig diz ter descartado os registros de entrada e saída de 2014. A Procuradoria Geral da República havia solicitado a informação, por meio de autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, os registros de visita datados de setembro de 2014, época em que a reunião teria acontecido.

"No período solicitado para a informação, o controle interno de visitantes, nas dependências do Edifício Sede da CODEMIG, era feito manualmente, já tendo sido descartados", disse a Codemig ao jornal O Globo. Segundo o delator, ele teria comparecido à sede da estatal entre os dias 18 e 22 de setembro de 2014 para uma reunião com o então presidente da Codemig Oswaldo Borges. Borges é apontado como uma espécie de tesoureiro informal das campanhas de Aécio.

No encontro, o ex-executivo da Odebrecht teria repassado a informação de que os R$ 15 milhões que havia sido solicitado ao presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht por Aécio Neves não poderia ser realizado de uma só vez. Como não foi mais procurado pelo então presidente da Codemig, o delator acredita que o pagamento não tenha sido efetuado. Marcelo Odebrecht, porém, confirma a existência do repasse por meio de caixa 2.

 

 

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