Delator revela esquema de propina de Teixeira na Suíça

Documentos oficiais do FBI obtidos pelo jornal ‘O Estado de S.Paulo’ citam o delator apenas como "CW1", siga em inglês para "Cooperating Witness" (testemunha que está cooperando), e apontam que ele estaria envolvido com uma empresa de marketing com sede na América do Sul e filial nos Estados Unidos; ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira foi identificado por um magistrado do Cantão de Zug, na Suíça, por "ter recebido mais de 20 milhões de francos suíços (US$ 20 milhões) em contas das quais ele era o único beneficiário em propinas da ISL entre 1992 e 2000, em violações ao Código Penal Suíço"

Documentos oficiais do FBI obtidos pelo jornal ‘O Estado de S.Paulo’ citam o delator apenas como "CW1", siga em inglês para "Cooperating Witness" (testemunha que está cooperando), e apontam que ele estaria envolvido com uma empresa de marketing com sede na América do Sul e filial nos Estados Unidos; ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira foi identificado por um magistrado do Cantão de Zug, na Suíça, por "ter recebido mais de 20 milhões de francos suíços (US$ 20 milhões) em contas das quais ele era o único beneficiário em propinas da ISL entre 1992 e 2000, em violações ao Código Penal Suíço"
Documentos oficiais do FBI obtidos pelo jornal ‘O Estado de S.Paulo’ citam o delator apenas como "CW1", siga em inglês para "Cooperating Witness" (testemunha que está cooperando), e apontam que ele estaria envolvido com uma empresa de marketing com sede na América do Sul e filial nos Estados Unidos; ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira foi identificado por um magistrado do Cantão de Zug, na Suíça, por "ter recebido mais de 20 milhões de francos suíços (US$ 20 milhões) em contas das quais ele era o único beneficiário em propinas da ISL entre 1992 e 2000, em violações ao Código Penal Suíço" (Foto: Roberta Namour)
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247 - Um delator disse ao FBI que o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, recebeu propinas em contas na Suíça por uma década.

Documentos oficiais obtidos pelo jornal ‘O Estado de S.Paulo’ citam o delator apenas como "CW1", siga em inglês para "Cooperating Witness" (testemunha que está cooperando), e apontam que ele estaria envolvido com uma empresa de marketing com sede na América do Sul e filial nos Estados Unidos.

Segundo o FBI, Teixeira foi identificado por um magistrado do Cantão de Zug, na Suíça, por "ter recebido mais de 20 milhões de francos suíços (US$ 20 milhões) em contas das quais ele era o único beneficiário em propinas da ISL entre 1992 e 2000, em violações ao Código Penal Suíço". 

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