Dono de fortuna de R$ 100 bilhões, Jorge Paulo Lemann diz que 'é preciso combater a desigualdade'

O segundo homem mais rico do Brasil (com fortuna estimada em R$ 100 bilhões), Jorge Paulo Lemann - que mora na Suíça - afirmou que a crise de coronavírus abre muitas 'oportunidades' e que é preciso 'combater a desigualdade'

Lemann começa a montar bancada própria no Congresso
Lemann começa a montar bancada própria no Congresso (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O empresário Jorge Paulo Lemann, segundo brasileiro mais rico, afirmou que sua história pessoal prova que “toda crise é cheia de oportunidades” e que, “francamente, é disso que eu mais gosto”. 

A reportagem do jornal O Globo destaca que "em debate virtual, o controlador de gigantes como AB InBev, Kraft Heinz e Burger King - conhecido por aquisições ousadas - disse que é em momentos como esse que "certas coisas que não estavam disponíveis passam a estar disponíveis.”     

Disse Lemann: "o que eu gosto mais, francamente, é que toda crise é cheia de oportunidades. Todas as crises que eu passei foram duras, eu sofri, não sabia muito bem como iria chegar ao fim, mas alguma oportunidade apareceu"

O bilionário ainda acrescentou: "foi um bom negócio e nos permitiu comprar a (cervejaria) Brahma num momento oportuno, de eleição com resultado incerto. Compramos a Brahma por um preço muito barato. E, em 2008, tivemos a oportunidade de comprar a Anheuser-Busch (...) as oportunidades que aproveitamos em momento de crise foram melhores do que as que aproveitamos em momentos normais e pagamos mais caro."

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247