Estudo: 71% das espécies em extinção podem ser salvas se 30% das áreas desmatadas fossem restauradas

O estudo, liderado por um brasileiro, também diz que a restauração retiraria 466 bilhões de toneladas de gás carbônico do ar

(Foto: Reuters / Amanda Perobelli)
(Foto: Reuters / Amanda Perobelli) (Foto: Reuters / Amanda Perobelli)
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247 - Um estudo da Organização das Nações Unidas publicado na revista Nature na última quarta-feira (14), que foi liderado pelo pesquisador brasileiro Bernardo Strassburg, da PUC-Rio, demonstrou que uma restauração de 30% dos ecossistemas degradados pode salvar 71% das espécies em extinção. Esse novo ecossistema retiraria 466 bilhões de toneladas de gás carbônico da atmosfera. 

Além disso, os pesquisadores investigaram quais regiões do planeta tem o maior potencial de restauração, levando em conta florestas, savanas, campos, zonas alagadas e desertos. As zonas alagadas, como o Pantanal, são tidas como as mais importantes. As informações foram reportadas no blog Galileu.

Existe uma tendência em ascendência na literatura científica que enfatiza a restauração de biomas, mas este estudo é inédito por focar em vários biomas ao mesmo tempo. 

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