Geddel convoca 'todos do PMDB' às manifestações

Integrante da ala rebelde do PMDB, o ex-ministro e secretário nacional do partido, Geddel Vieira Lima, convocou "todos os peemedebistas da Bahia" a participar das manifestações marcadas para domingo contra o governo federal; "É hora da cidadania ser exercida na defesa de mudanças no Brasil"; apesar de confirmar sua participação no ato em Salvador, ele afirma que, "por ora", não está defendendo "a bandeira do impeachment"

Integrante da ala rebelde do PMDB, o ex-ministro e secretário nacional do partido, Geddel Vieira Lima, convocou "todos os peemedebistas da Bahia" a participar das manifestações marcadas para domingo contra o governo federal; "É hora da cidadania ser exercida na defesa de mudanças no Brasil"; apesar de confirmar sua participação no ato em Salvador, ele afirma que, "por ora", não está defendendo "a bandeira do impeachment"
Integrante da ala rebelde do PMDB, o ex-ministro e secretário nacional do partido, Geddel Vieira Lima, convocou "todos os peemedebistas da Bahia" a participar das manifestações marcadas para domingo contra o governo federal; "É hora da cidadania ser exercida na defesa de mudanças no Brasil"; apesar de confirmar sua participação no ato em Salvador, ele afirma que, "por ora", não está defendendo "a bandeira do impeachment" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Um dos líderes da ala rebelde do PMDB, o ex-ministro Geddel Vieira Lima convocou "todos os peemedebistas da Bahia" a participar das manifestações marcadas para domingo (15) em todo o país contra o governo federal. "É hora da cidadania ser exercida na defesa de mudanças no Brasil", disse Geddel em seu perfil no Twitter.

Apesar de confirmar sua participação no ato que, em Salvador acontecerá no Farol da Barra, ele disse ao site Bahia Notícias que, "por ora", não está defendendo "a bandeira do impeachment".

Ainda pelo Twitter, Geddel criticou possível articulação do PMDB com o Planalto para o partido ganhar mais cargos no governo e, assim, apaziguar a situação desconfortável entre a presidente Dilma Rousseff e a maior legenda de apoio à sua gestão.

"Não é possível que o PMDB vá topar essa historia de mais cargos em um governo que não o respeita. Se agarrar em mais cargos é confirmar a ideia de fisiologismo", disse Geddel, que é secretário nacional do partido.

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