Irredutível, Paulo mantém reajuste do IPTU nos 57,8%

Prefeito petista não cedeu às pressões de sua base de apoio na Câmara Municipal e manteve os percentuais dos aumentos lineares na Planta de Valores em 57,8% noa ano de 2015 e 29,7% em 2016; vereadores aliados resistem aos números por conta do desgaste eleitoral que ele trará e defendem um índice entre 30% e 40%; Paço alega que essa é a única alternativa para equilibrar as contas da Prefeitura, que tem um déficit crescente de R$ 800 milhões; para piorar a situação, PT e PMDB se estranham em razão da eleição para a Presidência da Casa

Prefeito petista não cedeu às pressões de sua base de apoio na Câmara Municipal e manteve os percentuais dos aumentos lineares na Planta de Valores em 57,8% noa ano de 2015 e 29,7% em 2016; vereadores aliados resistem aos números por conta do desgaste eleitoral que ele trará e defendem um índice entre 30% e 40%; Paço alega que essa é a única alternativa para equilibrar as contas da Prefeitura, que tem um déficit crescente de R$ 800 milhões; para piorar a situação, PT e PMDB se estranham em razão da eleição para a Presidência da Casa
Prefeito petista não cedeu às pressões de sua base de apoio na Câmara Municipal e manteve os percentuais dos aumentos lineares na Planta de Valores em 57,8% noa ano de 2015 e 29,7% em 2016; vereadores aliados resistem aos números por conta do desgaste eleitoral que ele trará e defendem um índice entre 30% e 40%; Paço alega que essa é a única alternativa para equilibrar as contas da Prefeitura, que tem um déficit crescente de R$ 800 milhões; para piorar a situação, PT e PMDB se estranham em razão da eleição para a Presidência da Casa (Foto: Realle Palazzo-Martini)

Goiás247 - O prefeito Paulo Garcia (PT) não cedeu às pressões de sua base de apoio na Câmara Municipal e manteve os percentuais de reajustes lineares na Planta de Valores em 57,8% em 2015 e 29,7% no ano de 2016. Os índices representam os aumentos que o goianiense pagará no IPTU e no ITU nos próximos dois anos. Os vereadores aliados ao prefeito resistem ao percentual por conta do desgaste eleitoral que ele trará e defendem um índice entre 30% e 40%.

A maior parte da base do prefeito petista reuniu-se com ele na tarde da quarta-feira (26) no Paço Municipal para ouvir que o Paço não vai baixar o percentual. Houve queixas e discussões. Em vão. O projeto permanece como está. Mas uma nova reunião acontece na manhã desta quinta-feira (27). Logo depois, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) vai debater o projeto, que será aprovado sem alterações, empurrando a polêmica para o Plenário, na próxima semana.

A aprovação do novo IPTU como deseja Paulo Garcia é complicada. Indiferente ao discurso de que essa seria a única alternativa para equilibrar as conta da Prefeitura, que tem um déficit crescente de R$ 800 milhões, os vereadores aliados não aceitam assumir o desgaste de impor ao contribuinte um aumento tão expressivo.

Somado a isso estão a instabilidade do chamado Bloco Moderado e brigas internas na base governista devido à eleição para a Presidência da Câmara, cujas articulações seguem a todo vapor. O presidente Clécio Alves (PMDB) persegue a reeleição, mas enfrenta resistência dp grupo petista, que trabalha o nome de Carlos Soares.

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