Liminar garante pagamento de alvarás judiciais durante a greve dos bancos

A decisão foi proferida na noite dessa quinta-feira (15/09). Na liminar, a juíza da 3ª Vara do Trabalho de Fortaleza, Daiana Gomes de Almeida, determina a notificação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro no Estado do Ceara para o cumprimento da decisão a partir da próxima segunda-feira (19/09)  

A decisão foi proferida na noite dessa quinta-feira (15/09). Na liminar, a juíza da 3ª Vara do Trabalho de Fortaleza, Daiana Gomes de Almeida, determina a notificação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro no Estado do Ceara para o cumprimento da decisão a partir da próxima segunda-feira (19/09)
 
A decisão foi proferida na noite dessa quinta-feira (15/09). Na liminar, a juíza da 3ª Vara do Trabalho de Fortaleza, Daiana Gomes de Almeida, determina a notificação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro no Estado do Ceara para o cumprimento da decisão a partir da próxima segunda-feira (19/09)   (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - A juíza da 3ª Vara do Trabalho de Fortaleza, Daiana Gomes de Almeida, deferiu liminar determinando que os bancos restabeleçam o atendimento durante pelo menos duas horas por dia, nas agências bancárias e postos de atendimento das instituições bancárias, conveniadas e estabelecidas nos órgãos do Poder Judiciário Estadual e Federal, para viabilizar o cumprimento dos alvarás judiciais, bem como liberação de valores depositados em contas judiciais. Em caso de descumprimento, fixou multa diária de R$ 5 mil. O pedido de liminar foi feito pela OAB Ceará.

A decisão foi proferida na noite dessa quinta-feira (15/09). No documento, a juíza determina a notificação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro no Estado do Ceara para o cumprimento da decisão a partir da próxima segunda-feira (19/09).

A greve dos bancários está no seu 10o. dia, sem perspectiva de acordo. No Ceará, 70% das agências bancárias estão fechadas.No Brasil já são 12.608 agências e 49 centros administrativos paralisado. Com a intransigência da Fenaban a tendência é a paralisação crescer ainda mais, segundo Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.

 

 

 

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