Menos calorias, menos doenças. Os benefícios da restrição calórica

Um pequeno verme de um milímetro de comprimento, com apenas 300 neurônios e um total de mil células por indivíduo, tem esclarecido pesquisadores do mundo inteiro sobre formas de lutar contra o envelhecimento e os distúrbios da memória a partir da restrição calórica na alimentação. Chamado Caenorhabditis elegans (C. elegans), utilizado desde o final da década de 1960 nos laboratórios de pesquisa mais avançados, este verme já permitiu descobrir estratégias de luta eficazes contra o envelhecimento em mamíferos.

Menos calorias, menos doenças. Os benefícios da restrição calórica
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Por Martine Perez – Le Figaro Santé

 

Por incrível que pareça, um trabalho sobre o C. elegans publicado em 18 maio na revista internacional «PLoS Biology» revelou que algumas modificações, como a restrição calórica ou inibição do receptor de insulina (hormônio que aumenta durante o consumo de açúcar e envolvido no armazenamento de gorduras), podem tornar a memória mais eficiente. «Hoje, as autoridades políticas não nos pedem mais para aumentar a expectativa de vida, mas a vida saudável, como evidenciado pelos concursos públicos atuais na Europa", explica Hugo Aguilaniu (biólogo, École normale supérieure, Lyon). "Trata-se do objetivo dos trabalhos que efetuamos em modelos experimentais, como o verme C. elegans, o camundongo e os primatas», completa Aquilaniu.

Poderíamos viver 160 anos

Este verme transparente vive três semanas no máximo. Sua expectativa de vida curta o transforma em um modelo único para avaliar rapidamente o impacto de estratégias sobre o envelhecimento. Pesquisas recentes já haviam permitido observar que no C. elegans a dieta com restrição calórica ou com inibição dos receptores de insulina eram duas formas capazes de duplicar o tempo de sua vida útil. Extrapoladas para os humanos, poderíamos viver 160 anos!

Recentemente, a equipe do cientista Coleen Murphy (Princeton, Estados-Unidos) interessou-se pelas técnicas que permitem melhorar a «memória» deste verme. Ao acoplar um odor (o da butanona) à presença de comida, ela percebeu que o verme conseguia lembrar-se do odor por menos de 24 horas como evidenciado por sua capacidade em encontrar o caminho de alimentos em sua presença. E Coleen Murphy percebeu que a restrição calórica nesse verme, mas aplicada apenas no fim da vida, prolonga suas capacidades de aprendizado além de 24 horas. Da mesma forma, a inibição dos receptores de insulina melhora as capacidades de aprendizado do verme mais velho. «Estes trabalhos são muito interessantes. Sabe-se que no nível dos neurônios, os mesmos mecanismos estão em jogo para os vermes, roedores, mamíferos, explica o biólogo Jean-Louis Bessereau (Inserm, Unidade 1024, Paris). A pesquisa sobre o verme C. elegans nos permite testar facilmente hipóteses que, se forem viáveis, poderão então ser confirmadas no camundongo, no primata e em seres humanos.»

Redução calórica reduz cânceres

A restrição calórica e a inibição da estimulação da insulina são duas vias distintas, interessantes para serem exploradas no âmbito da longevidade e da memória. «A restrição calórica em ratos e no camundongo reduz os cânceres, as doenças degenerativas e o risco cardiovascular. Estudos estão sendo realizados em primatas, explica Hugo Aguilaniu. Nos seres humanos, ela tem desvantagens significativas. Californianos em restrição calórica (1 200 calorias por dia para homens, 800 para as mulheres) sofrem há anos de depressão, de perda de libido, sentem frio constantemente, tornam-se anti-sociais … É por isso que trabalhamos em modelos (do verme ao camundongo) sobre as vias e genes que são ativados pela restrição calórica, para encontrar meios de imitar os benefícios dessa restrição, sem os inconvenientes.»

Várias equipes identificaram um gene, chamado TOR, que ao ser inibido (por um  medicamento, a rapamicina), aumenta a longevidade sem restrição calórica no roedor. «Não procuramos mais aumentar a expectativa de vida, mas reduzir o período letárgico, de dependência, de perda de memória do fim da vida», insiste Hugo Aguilaniu. Várias pistas têm sido exploradas. Assim, é possível inibir os receptores de insulina no verme C. elegans como fez Andrew Dillin, de modo orientado no final da vida, o que reduz o impacto sobre a longevidade e ao mesmo tempo melhora as capacidades globais ou apenas em determinados tecidos

Caminhos da memória

Uma vida mais longa, por que não? Saudável e em plena consciência. Todo mundo concorda. Se a pesquisa florescente ainda não revelou a molécula para viver mais e  de modo saudável, os neuropsicólogos oferecem alguns conselhos. «É preciso tratar a informação com profundidade, melhorar sua atenção, uma boa qualidade do sono em qualquer idade melhora a memorização, resume Francis Eustache, pesquisador no Inserm, que acaba de publicar um trabalho importante sobre este assunto intitulado Os Caminhos da memória (Editora Le Pommier). A qualidade da reserva cognitiva acumulada ao longo da vida é importante. Quanto aos jogos de memória e outros programas, eles nunca provaram sua importância. A manutenção de laços sociais também é fundamental.» Outros especialistas afirmam que uma dieta saudável (sem muito sal, açúcares, gorduras) e exercício físico são trunfos importantes.

 

 

DIETA E ENVELHECIMENTO


Por: Drauzio Varella - Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/

 

Quanto mais come, menos vive o animal. O New England Journal of Medicine, a revista médica de maior circulação, trouxe uma revisão sobre aporte calórico e envelhecimento que revoluciona antigos conceitos sobre alimentação e duração da vida.

Já na década de 1930, ficou demonstrado que camundongos mantidos em regime de restrição calórica apresentavam maior longevidade e tinham menos doenças associadas ao envelhecimento.

Estudos posteriores foram desenvolvidos com três grupos de ratos: o primeiro alimentado sem restrição de quantidade (ad libitum); o segundo, com redução de 30% no número de calorias ingeridas, em relação ao anterior, e o terceiro, com um corte de 60%. Morreram antes os “ad libitum”, depois os que comeram 30% menos e mais tarde, ainda, o grupo com restrição de 60%.

Se tomarmos em cada um dos grupos anteriores os 10% que viveram mais e tirarmos a média de suas idades ao morrer, verificaremos que o segundo grupo atinge idade cerca de 30% maior e o terceiro 60% maior do que o primeiro, deixando claro que a diminuição do número de calorias na dieta é proporcional à longevidade dos grupos.

Primeira conclusão: respeitados os limites da desnutrição, a expectativa máxima de vida é inversamente proporcional ao número de calorias ingeridas diariamente.

Para avaliar o papel do exercício físico na longevidade, tomemos dois grupos de ratos que ingerem exatamente o mesmo número de calorias diárias. Um grupo é colocado para fazer exercício naquelas rodas em que o ratinho anda sem sair do lugar; o outro permanece na gaiola, sedentário. No final, os ratos atletas pesam 40% menos do que os preguiçosos e atingem vida média maior. A duração máxima de vida (longevidade), no entanto, é igual para os dois grupos.

Segunda conclusão: o exercício físico aumenta a sobrevida média, mas não estende os limites da vida. O exercício pode evitar que você morra de infarto aos cinquenta anos (o que não é pouco), mas não faz ninguém bater o recorde mundial de cento e vinte dois anos.

Existe um tipo de rato chamado C57BL-BJ que é, como muitos dos nossos leitores, geneticamente obeso. Os ratos dessa linhagem são portadores do gene ob-ob, que condiciona um comportamento metabólico que conduz à obesidade. Num experimento, dois grupos desses animais foram separados: o primeiro alimentado ad libitum e o segundo mantido com restrição calórica. No final, no grupo ad libitum, a gordura representava em média 67% do peso corpóreo; no grupo com restrição, 48% e a expectativa máxima de vida destes ratos foi 50% maior do que a dos alimentados ad libitum, como seria de esperar. Tomemos agora este segundo grupo de ratos ob-ob com dieta restrita e 48% de gordura no corpo e comparemos com um grupo sem o gene da obesidade, submetido a uma dieta com número idêntico de calorias.

Terminada a experiência, os ratos magros terão apenas 13% de gordura no corpo (contra os 48% dos portadores do gene mantidos com a mesma dieta, e 67% dos ad libitum geneticamente obesos). No entanto, a expectativa máxima de vida dos dois grupos que ingeriram o mesmo número de calorias é exatamente igual, porém maior do que a dos ad libitum.

Terceira conclusão: o número de calorias ingeridas, não o grau de adiposidade, é o fator chave em prolongar a vida. Você pode ser gordo ou magro, não vem ao caso, é o número de calorias diárias que interessa para a longevidade.

Em todos os estudos realizados emergem outros dois conceitos fundamentais:

1) Desde que não haja subnutrição, a longevidade não depende de qualquer nutriente em particular, apenas do número de calorias;

2) A restrição calórica deve ser continuamente mantida e quanto mais precocemente iniciada, melhor eficácia terá. Seus benefícios, entretanto, são demonstrados mesmo em idades mais avançadas.

O segredo da vida longa

Na pré-história, os homens passavam seus genes para frente e morriam aos vinte ou trinta anos. A longevidade não exerceu pressão seletiva, porque a fase fértil começa precocemente na espécie humana; caso a fertilidade de homens e mulheres só ocorresse depois dos setenta anos, a evolução natural teria selecionado aqueles capazes de viver longos períodos (e procriar).

Há dez mil anos, com a chegada da agricultura, a média de duração da vida aumentou. No início do século 20, quem nascia na Europa vivia perto de cinquenta anos; hoje, nas sociedades pós-industriais, essa média ultrapassa os setenta anos.

Esse aumento na média da duração de vida ocorreu graças à melhora das condições do meio ocorridas desde o homem caçador até a era da informática.

No mesmo período, no entanto, a longevidade humana permaneceu basicamente inalterada (completar cem anos ainda é privilégio de poucos).

Isso ocorre porque, enquanto a duração média da vida de uma população depende das condições ambientais, o aumento da longevidade individual só ocorre se houver retardo no processo de envelhecimento.

A restrição calórica aumenta a longevidade de seres tão diversos como o paramécio (ser unicelular identificado nas aulas de biologia no exame microscópico de uma gota de água parada), a pulga d’água, a mosca da banana, aranhas, répteis, galinhas, e também de mamíferos como os ratos. Isto faz crer que exista um mecanismo ubíquo para o processo de envelhecimento, selecionado pela evolução para todos os seres vivos. É altamente pretensioso imaginar que a evolução selecionasse um mecanismo de envelhecimento, dependente do aporte calórico, válido para todas as espécies, e outro especial exclusivo para o Homo sapiens.

 

Restrição calórica e as doenças da velhice

Nos roedores, a restrição calórica retarda a instalação de doenças associadas ao envelhecimento como câncer (incluindo mama e próstata, dois dos tipos mais frequentes no homem), problemas renais e cataratas. Linhagens especiais de ratos que desenvolvem doenças auto-imunes (como artrite ou lúpus, por exemplo) e morrem ao redor dos doze meses de idade, se alimentados ad libitum, ultrapassam vinte meses sem adoecer quando submetidos à restrição calórica.

Na verdade, certas respostas à restrição são extremamente rápidas. Por exemplo, em ratos, a concentração de açúcar (glicose) no sangue cai 20% após apenas cinco dias de restrição calórica. Em macacos, ocorre resposta semelhante.

Nos homens, esses estudos encontram muita dificuldade na quantificação do número de calorias ingeridas. Um trabalho destinado a avaliar o efeito da dieta ocidentalizada em populações japonesas mostrou que na ilha de Okinawa, onde a alimentação é mais tradicional e o aporte calórico 17% mais baixo do que a média do país, a mortalidade por câncer, doenças cardiovasculares e derrames cerebrais é de 31% a 41% menor.

Na Suécia, altos níveis de consumo calórico demonstraram estar associados a maior incidência de câncer de próstata.

Estudos epidemiológicos sugerem que a mesma associação talvez exista para câncer de intestino, de estômago e, possivelmente, câncer de mama.

Rapidamente se acumulam dados a respeito das implicações do aporte calórico na doença de Alzheimer, Parkinson, insuficiência cardíaca e outras enfermidades. Coerentemente com os estudos experimentais, os efeitos maléficos da ingestão excessiva de calorias são mais acentuados justamente nos tecidos que não se renovam no corpo humano: músculos, cérebro, coração.

É importante dizer também que as dimensões dos órgãos internos guardam relação direta com o número de calorias ingeridas. Quanto maior a energia absorvida na alimentação, maior é o peso do coração, fígado, rins, próstata, baço, músculos e dos gânglios linfáticos envolvidos na resposta imunológica.

Por capricho intencional da natureza, apenas o cérebro e os testículos mantêm constante seu peso, mesmo quando se diminui drasticamente o aporte energético.

Explicação simplificada

Certamente, você já ouviu falar em radicais livres; está na moda. Cerca de 2% a 3% do oxigênio usado pelas células do organismo formam moléculas altamente reativas, que podem reagir com componentes celulares vitais e prejudicar suas funções. É evidente que a célula conta com mecanismos para neutralizar esses radicais perigosamente reativos.

Uma das organelas mais sensíveis a essa ação deletéria é a mitocôndria, a central energética da célula. A função da mitocôndria é captar nutrientes ingeridos e produzir a energia de que a célula necessita para exercer suas funções. Nesse processo de produção de energia, radicais livres de oxigênio são libertados e neutralizados pelos mecanismos de controle. Acontece que a mitocôndria não é seletiva: havendo nutrientes disponíveis, ela os utiliza para produzir mais energia. Quando os há em excesso, o trabalho é exagerado, a velocidade de formação de radicais livres ultrapassa a capacidade de controle e a mitocôndria começa a funcionar com mais dificuldade.

O resultado é o mesmo de uma usina que começasse a envelhecer e a produzir menos energia para a cidade. Como consequência, todos os aparelhos elétricos das casas passariam a funcionar com maior desgaste e durariam menos.

Genética do envelhecimento

O papel da genética na previsão do número de anos que vamos viver é complexo e paradoxal. Assim começa um artigo publicado na revista Science. Embora os genes que herdamos de nossos pais exerçam forte controle na duração de nossas vidas, não sabemos por que um homem vive cinco vezes mais do que um gato, e este cinco vezes mais do que o rato.

Os dados mostram que a hereditariedade é responsável por menos de 35% da variabilidade na duração da vida dos vermes, da mosquinha das bananas, do rato e do homem. Dois estudos conduzidos entre gêmeos iguais mostraram que mais de 65% da variação na duração da vida corresponde a fatores ambientais. Esse número favorece ainda mais o meio ambiente, quando os gêmeos são criados separadamente.

No momento, é intensa a pesquisa à procura dos genes associados à longevidade no homem e outros mamíferos, pois em vermes e moscas diversos genes desse tipo já foram identificados e clonados. Estudos futuros poderão identificar mecanismos convergentes, através dos quais fatores ligados ao meio interferem com a predisposição genética a certas doenças que encurtam a expectativa de vida. Até então, o papel da predisposição genética no envelhecimento deve ser encarado como secundário a fatores do meio.

Resumindo

1) EXERCÍCIO FÍSICO

Melhora a qualidade de vida, emagrece e ajuda a controlar e prevenir grande número das doenças que surgem na maturidade. Como consequência, aumenta a vida média das populações que o praticam, mas não aumenta a longevidade.

Há um ponto delicado nesta equação: práticas que envolvem grande consumo energético podem ser deletérias até. Um halterofilista que ingere 5 mil calorias por dia, fornecidas por suplementos de alto teor energético, poderá estar apressando sua velhice, pois suas mitocôndrias estarão sendo desgastadas mais rapidamente. Para elas, não interessa se a energia produzida se transforma em músculos ou gordura; só interessa o total de calorias ingeridas.

2) DIETA GORDUROSA

Descontados os casos dos portadores de defeitos no metabolismo das gorduras, o único problema desse tipo de alimento é seu alto conteúdo calórico. Comer gordura animal não apressa o envelhecimento, desde que a quantidade ingerida seja pequena para garantir um total de calorias baixo.

3) INGESTÃO DE FIBRAS

As fibras presentes nos vegetais são importantíssimas para o funcionamento dos intestinos. Dieta pobre em resíduos dificulta a digestão, provoca sensação desagradável de obstipação e aumento na incidência de doenças inflamatórias e câncer do intestino. Por outro lado, como o conteúdo energético dos vegetais é relativamente baixo, o volume ingerido pode ser substancialmente maior do que o de uma dieta rica em gorduras e açúcares. Dieta vegetariana, per se, não rejuvenesce ninguém.

4) GENÉTICA

Mesmo que sua árvore genealógica seja pródiga em galhos de longa vida jamais deite à sombra, pois a influência da genética na longevidade é muito menor do que a dos fatores ambientais.

5) VITAMINOTERAPIA

Essa moda parte do princípio de que as vitaminas agem como antioxidantes neutralizando os radicais livres presentes no interior das células. Mais do que uma ideia mágica, trata-se de um sonho molecular. Não há qualquer evidência científica de que o consumo de altas doses de vitaminas interfira com o processo de envelhecimento no homem ou outros animais. Imaginar que vitaminas controlem o complexo (e mal conhecido) fenômeno de óxido-redução de radicais livres no meio intracelular retardando o envelhecimento é tão científico quanto dar uma pancada na TV que pifou. Com a diferença de que a televisão, ao contrário da célula, às vezes pega no tranco.

Orientação

Levará tempo para esclarecermos todas as implicações práticas dessas pesquisas. Na fase atual, os estudos com roedores estão sendo repetidos em macacos, parentes bem mais próximos do homem. Suas conclusões, certamente, serão mais aplicáveis à espécie humana. Se levarmos em consideração, porém, que o rato vive meses, mas o macaco morre aos quarenta anos e que os trabalhos começaram recentemente, é provável que as respostas definitivas sejam dadas quando não estivermos mais aqui.

Nossa geração não dispõe de tempo para aguardar os resultados definitivos dos estudos sobre o impacto da restrição calórica na longevidade humana. Entretanto, como são claríssimas as evidências de que em todas as espécies testadas a redução do número de calorias ingeridas aumenta a duração máxima de vida, a probabilidade de que essa conclusão não valha apenas no caso do homem é mínima, se é que existe.

Diante disso, meu conselho é o seguinte:

1) A menos que você seja portador de desnutrição crônica ou tenha alguma doença de base que o impeça, prepare seu prato como se fosse jantar normalmente e devolva na panela 30% do conteúdo;

2) Não leve travessas de comida para a mesa. Acabou a refeição, levante e saia de perto para não fraquejar;

3) Exagerou na feijoada ontem, não precisa morrer de culpa, capriche na salada hoje, o que interessa é simplesmente a soma das calorias ingeridas.

FONTES:

– New England Journal of Medicine1 1997; 337: 986-94

– Science 1996; 273: 59-63

– Science 1997; 278: 407-12

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