Movimento LGBT realiza ato "contra a barbárie transfóbica"

Entidades do movimento LGBT no Ceará estarão promovendo um Ato Público, na próxima sexta-feira (10), em frente ao Palácio da Abolição, a partir das 10 horas, "contra a barbárie transfóbica", denunciando os recentes crimes contra travestis, entre eles o brutal assassinato de Dandara dos Santos e o espancamento de Érika Izidoro. Amanhã, por determinação do governador Camilo Santana, deverá haver uma reunião entre a Coordenadoria de Políticas Públicas para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e a Secretaria de Segurança Pública para avaliar o andamento das investigações e discutir ações de prevenção    

Entidades do movimento LGBT no Ceará estarão promovendo um Ato Público, na próxima sexta-feira (10), em frente ao Palácio da Abolição, a partir das 10 horas, "contra a barbárie transfóbica", denunciando os recentes crimes contra travestis, entre eles o brutal assassinato de Dandara dos Santos e o espancamento de Érika Izidoro. Amanhã, por determinação do governador Camilo Santana, deverá haver uma reunião entre a Coordenadoria de Políticas Públicas para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e a Secretaria de Segurança Pública para avaliar o andamento das investigações e discutir ações de prevenção
 
 
Entidades do movimento LGBT no Ceará estarão promovendo um Ato Público, na próxima sexta-feira (10), em frente ao Palácio da Abolição, a partir das 10 horas, "contra a barbárie transfóbica", denunciando os recentes crimes contra travestis, entre eles o brutal assassinato de Dandara dos Santos e o espancamento de Érika Izidoro. Amanhã, por determinação do governador Camilo Santana, deverá haver uma reunião entre a Coordenadoria de Políticas Públicas para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e a Secretaria de Segurança Pública para avaliar o andamento das investigações e discutir ações de prevenção     (Foto: Fatima 247)

Entidades do movimento LGBT no Ceará estarão promovendo um Ato Público, na próxima sexta-feira (10), em frente ao Palácio da Abolição, a partir das 10 horas, "contra a barbárie transfóbica", denunciando os recentes crimes contra travestis, entre eles o brutal assassinato de Dandara dos Santos e o espancamento de Érika Izidoro, ocorridos no último mês de fevereiro. O ato vai cobrar a rigorosa investigação e punição dos culpados. Os casos provocaram forte comoção social. 

A Coordenadoria de Políticas Públicas para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (COLGBT/CE) do Governo do Estado do Ceará divulgou nota oficial informando estar acompanhando os desdobramentos e a elucidação do assassinato da travesti Dandara dos Santos e, também, das agressões sofridas por outras travestis e transexuais no ano de 2017, para dar uma resposta positiva à sociedade e cobrar das autoridades competentes uma intensa investigação para que os responsáveis por essas atrocidades sejam presos e duramente punidos pela justiça. Amanhã, por determinação do governador Camilo Santana, deverá haver uma reunião entre a Coordenadoria LGBT e a Secretaria de Segurança Pública, para avaliar o andamento das investigações e discutir ações de prevenção.

Segundo a coordenadoria, para evitar que fatos como esse se repitam, são desenvolvidas ações por todo o Estado do Ceará, por meio do projeto Ceará de Cidadania contra a LGBTfobia, que dialoga com as prefeituras para fomentar ações locais de combate à essa violência e criação de uma rede de proteção a essas pessoas.

Dandara dos Santos foi assassinada no último dia 15 de fevereiro por cinco jovens e o caso veio à tona após a divulgação de um vídeo feito pelos próprios autores do crime, mostrando as agressões. Dandara foi espancada, torturada e morta no bairro Bom Jardim. O vídeo mostra Dandara sangrando, recebendo chutes e tapas e sendo agredida com um pedaço de madeira. 

Hérika Izidoro, foi agredida e depois jogada de um viaduto, por vários homens, no dia 12 de fevereiro, após voltar de uma festa de Pré-Carnaval. Ela foi socorrida e levada para Instituto Doutor José Frota (IJF), onde ainda se encontra internada em estado grave. Fortaleza é a 6a. cidade do Brasil em crimes de transfobia.

A Coordenadoria de Políticas LGBT do Ceará orienta que se alguém presenciar situação de transfobia, como qualquer violência contra pessoas travestis e homens e mulheres trans, procure o serviço Disque 100 - Disque Direitos Humanos.

 

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