MPF-SP denuncia Paulo Preto, operador do PSDB

Apontado como operador do PSDB, o ex-diretor de engenharia da Dersa Paulo Vieira de Souza é acusado por peculato, corrupção e organização criminosa; em delação premiada, ex-executivos da Odebrecht e da OAS e do operador Adir Assad afirmaram que 'Paulo Preto', como é conhecido, recebeu propinas por contratos de obras viárias em São Paulo; em 2017, as autoridades da Suíça encontraram R$ 113 milhões em quatro contas no país europeu em nome do ex-diretor da Dersa

Apontado como operador do PSDB, o ex-diretor de engenharia da Dersa Paulo Vieira de Souza é acusado por peculato, corrupção e organização criminosa; em delação premiada, ex-executivos da Odebrecht e da OAS e do operador Adir Assad afirmaram que 'Paulo Preto', como é conhecido, recebeu propinas por contratos de obras viárias em São Paulo; em 2017, as autoridades da Suíça encontraram R$ 113 milhões em quatro contas no país europeu em nome do ex-diretor da Dersa
Apontado como operador do PSDB, o ex-diretor de engenharia da Dersa Paulo Vieira de Souza é acusado por peculato, corrupção e organização criminosa; em delação premiada, ex-executivos da Odebrecht e da OAS e do operador Adir Assad afirmaram que 'Paulo Preto', como é conhecido, recebeu propinas por contratos de obras viárias em São Paulo; em 2017, as autoridades da Suíça encontraram R$ 113 milhões em quatro contas no país europeu em nome do ex-diretor da Dersa (Foto: Leonardo Lucena)
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SP 247 - O Ministério Público Federal, em São Paulo, denunciou nesta quinta-feira (22) o ex-diretor de engenharia da DERSA (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, segundo o blog do Fausto Macedo. Operador do PSDB e conhecido como Paulo Preto, ele é acusado por peculato, corrupção e organização criminosa.

Em delação premiada, ex-executivos da Odebrecht e da OAS e do operador Adir Assad apontaram Vieira Santos como destinatário de propinas provenientes de contratos de obras viárias em São Paulo.

Em 2017, as autoridades da Suíça encontraram R$ 113 milhões (35 milhões de francos suíços) em quatro contas no país europeu em nome do ex-diretor da Dersa. Ele comandou a estatal paulista entre 2007 e 2010, período que compreende o mandato do ex-governador José Serra (2007-2010), do PSDB.

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