Na Assembleia, estudantes e professores derrubam portão

Contrários a apreciação do projeto de lei denominado "Escola Livre", que busca, por exemplo, impedir que professores façam comentários sobre política e religião em sala de aula, estudantes e professores protestaram à porta da Assembleia Legislativa de Alagoas; os manifestantes derrubaram parte da grade que separa a Praça Dom Pedro II e o prédio da ALE, ocasião em que a sessão teve de ser suspensa; gabinete militar do Legislativo pediu reforço policial 

Contrários a apreciação do projeto de lei denominado "Escola Livre", que busca, por exemplo, impedir que professores façam comentários sobre política e religião em sala de aula, estudantes e professores protestaram à porta da Assembleia Legislativa de Alagoas; os manifestantes derrubaram parte da grade que separa a Praça Dom Pedro II e o prédio da ALE, ocasião em que a sessão teve de ser suspensa; gabinete militar do Legislativo pediu reforço policial 
Contrários a apreciação do projeto de lei denominado "Escola Livre", que busca, por exemplo, impedir que professores façam comentários sobre política e religião em sala de aula, estudantes e professores protestaram à porta da Assembleia Legislativa de Alagoas; os manifestantes derrubaram parte da grade que separa a Praça Dom Pedro II e o prédio da ALE, ocasião em que a sessão teve de ser suspensa; gabinete militar do Legislativo pediu reforço policial  (Foto: Voney Malta)
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Alagoas 247 - Dezenas de estudantes e professores da rede estadual de ensino protestam, na tarde desta terça-feira (26), à porta da Assembleia Legislativa de Alagoas, no Centro de Maceió, contra a apreciação do projeto de lei denominado "Escola Livre", que busca, por exemplo, impedir que professores façam comentários considerados tendenciosos sobre política e religião em sala de aula. Em meio à confusão, os manifestantes derrubaram parte da grade que separa a Praça Dom Pedro II e o prédio da ALE, ocasião em que a sessão teve de ser suspensa.

O gabinete militar da Assembleia, que solicitou reforço policial, teve de ser acionado às pressas para evitar uma invasão, distribuindo 50 fichas para os militantes, a fim de controlar o número de pessoas na galeria da ALE, espaço reservado a visitantes que desejam acompanhar a sessão plenária.

Nesta tarde, os deputados estaduais podem derrubar o veto do governador Renan Filho (PMDB) ao projeto de lei, razão pela qual o Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal) decidiu realizar um ato como forma de chamar a atenção dos parlamentares quanto ao caráter "nocivo" da matéria. Para o sindicato, o projeto vai censurar a atividade dos professores em sala de aula.  

Contudo, entre os deputados, há opiniões divergentes. "Não há lei da mordaça no projeto da Escola Livre. Isso é uma falácia. O projeto busca garantir a pluralidade de ideias nas salas de aula, com um justo debate sobre os diversos temas. A matéria tem como foco combater a doutrinação ideológica, que, hoje, trata determinado assunto com uma visão única, distorcendo seu real sentido. Que o debate seja feito sem paixões", argumentou, da tribuna da Assembleia, o deputado Bruno Toledo (Pros), sobre o projeto de lei de autoria de Ricardo Nezinho (PMDB).

Com gazetaweb.com

 

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