Petrobras e UFG inauguram centro para produzir etanol

Petrobras e Universidade Federal de Goiás (UFG) inauguraram centro tecnológico para melhorar a genética da cana de açúcar em Goiás, visando ampliar a produção do etanol celulósico e etanol de segunda geração; estrutura é composta por cinco laboratórios e recebeu investimentos de aproximadamente R$ 1,8 milhão

Petrobras e Universidade Federal de Goiás (UFG) inauguraram centro tecnológico para melhorar a genética da cana de açúcar em Goiás, visando ampliar a produção do etanol celulósico e etanol de segunda geração; estrutura é composta por cinco laboratórios e recebeu investimentos de aproximadamente R$ 1,8 milhão
Petrobras e Universidade Federal de Goiás (UFG) inauguraram centro tecnológico para melhorar a genética da cana de açúcar em Goiás, visando ampliar a produção do etanol celulósico e etanol de segunda geração; estrutura é composta por cinco laboratórios e recebeu investimentos de aproximadamente R$ 1,8 milhão (Foto: Voney Malta)

Goiás247 - A Petrobras em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG) inaugurou o Centro de Excelência em Melhoramento Genético da Cana de açúcar, no Cerrado com o objetivo de ampliar a produção do etanol celulósico, o etanol de segunda geração, que utiliza o bagaço de cana como matéria-prima, de acordo com notícia publicada por Marcelo Gouveia no jornalopcao.com.br. O centro tecnológico é composto por cinco laboratórios, e recebeu investimentos de aproximadamente R$ 1,8 milhão.

 Segundo o gerente da Petrobras Biocombustível, Norberto Noschang, centro no tem se apresentado como importante fronteira de expansão para o cultivo de cana nos últimos anos. “As pesquisas visam construir conhecimento para assegurar mais qualidade no canavial, com redução de custos, aumentando a competitividade do etanol produzido na região”, disse.

 Ainda de acordo com Noberto Noschang, o centro tecnológico integra o projeto “Biotecnologia e Genômica Aplicadas ao Melhoramento da Cana-de-Açúcar” e abriga infraestrutura para o desenvolvimento de ferramentas de seleção genômica no âmbito da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro (Ridesa), programa conduzido por dez universidades federais, incluindo a UFG.

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