Prima de Campos: PSB quer surfar na popularidade de Lula no Nordeste

Potencial candidata do PT ao governo de Pernambuco, a vereadora do Recife Marília Arraes, prima do ex-governador Eduardo Campos, acredita na vitória contra o PSB caso chegue ao segundo turno; "O  interesse deles é surfar na popularidade de Lula, se aproveitar da influência dele e retirar nossa candidatura que é competitiva"

www.brasil247.com - Potencial candidata do PT ao governo de Pernambuco, a vereadora do Recife Marília Arraes, prima do ex-governador Eduardo Campos, acredita na vitória contra o PSB caso chegue ao segundo turno; "O  interesse deles é surfar na popularidade de Lula, se aproveitar da influência dele e retirar nossa candidatura que é competitiva"
Potencial candidata do PT ao governo de Pernambuco, a vereadora do Recife Marília Arraes, prima do ex-governador Eduardo Campos, acredita na vitória contra o PSB caso chegue ao segundo turno; "O  interesse deles é surfar na popularidade de Lula, se aproveitar da influência dele e retirar nossa candidatura que é competitiva" (Foto: Leonardo Lucena)


Pernambuco 247 - Potencial candidata do PT ao governo de Pernambuco, a vereadora do Recife Marília Arraes, prima do ex-governador Eduardo Campos, acredita na vitória contra o PSB se chegar ao segundo turno. 

"Estão tentando constantemente desconstruir a nossa candidatura, pois tem chances reais de ganhar a eleição e terá o apoio de Lula, aconteça o que acontecer. Então o interesse deles é surfar na popularidade de Lula, se aproveitar da influência dele e retirar nossa candidatura que é competitiva. E eles sabem, que a gente indo com eles para segundo turno ganha a eleição", disse Marília nesta segunda-feira (23) durante o debate da Rádio Jornal.

A parlamentar avalia que seria uma desmoralização para o PT formar aliança com PSB. "Não podemos decepcionar a base e a militância, essas pessoas não podem ser decepcionadas. Então vamos conversar e não acredito que o PT vai tomar essa decisão, o que aconteceria era uma desmoralização e enfim, continuamos defendendo posição de candidatura própria. A decisão é em conjunto e coletivamente, mas a posição de Marília é de não subir no palanque do PSB", disse.

As relações entre a vereadora e o PSB ficaram estremecidas em 2014, quando a parlamentar integrava a sigla, mas não teve apoio para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

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As duas legendas vinham em processo de afastamento no estado e no Brasil desde 2012, quando o PSB, presidido nacionalmente pelo então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, lançou candidaturas próprias em cidades onde o PT tinha candidato, como Recife, Fortaleza e Belo Horizonte (ganhou nas três). As postulações eram parte de um projeto de Campos de conseguir o máximo de apoio possível no País para a candidatura presidencial, que seria lançada dois anos depois.

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Depois, o PSB votou a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 2016, e atualmente se mostra contrário ao governo Michel Temer, o mais impopular desde a redemocratização. 

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