Professores estaduais continuam em greve

Milhares de professores da rede estadual lotaram o ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, decidiram, por ampla maioria, continuar a greve deflagrada no último dia 5 de setembro; o secretário de Educação, Ronald Krummenauer, e o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, haviam se reunido com o comando de greve do Cpers pedindo o fim da mobilização, porém sem apresentar novas propostas que não fossem os já anunciados pagamento, em primeiro lugar, dos menores salários e indenização àqueles que tiveram seus salários parcelados pelo índice da poupança – enquanto o próprio Cpers já ganhou ação coletiva na Justiça que obriga o governo a ressarcir os prejuízos com juros e correção monetária

Milhares de professores da rede estadual lotaram o ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, decidiram, por ampla maioria, continuar a greve deflagrada no último dia 5 de setembro; o secretário de Educação, Ronald Krummenauer, e o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, haviam se reunido com o comando de greve do Cpers pedindo o fim da mobilização, porém sem apresentar novas propostas que não fossem os já anunciados pagamento, em primeiro lugar, dos menores salários e indenização àqueles que tiveram seus salários parcelados pelo índice da poupança – enquanto o próprio Cpers já ganhou ação coletiva na Justiça que obriga o governo a ressarcir os prejuízos com juros e correção monetária
Milhares de professores da rede estadual lotaram o ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, decidiram, por ampla maioria, continuar a greve deflagrada no último dia 5 de setembro; o secretário de Educação, Ronald Krummenauer, e o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, haviam se reunido com o comando de greve do Cpers pedindo o fim da mobilização, porém sem apresentar novas propostas que não fossem os já anunciados pagamento, em primeiro lugar, dos menores salários e indenização àqueles que tiveram seus salários parcelados pelo índice da poupança – enquanto o próprio Cpers já ganhou ação coletiva na Justiça que obriga o governo a ressarcir os prejuízos com juros e correção monetária (Foto: Leonardo Lucena)

Lucas Rohan, Sul 21 - Milhares de professores da rede estadual lotaram o ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, na manhã desta sexta-feira (29) e decidiram, por ampla maioria, continuar a greve deflagrada no último dia 5 de setembro. A votação ocorreu logo no início da assembleia geral da ctegoria. No fim da tarde de quinta-feira, o secretário de Educação, Ronald Krummenauer, e o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, haviam se reunido com o comando de greve do Cpers pedindo o fim da mobilização, porém sem apresentar novas propostas que não fossem os já anunciados pagamento, em primeiro lugar, dos menores salários e indenização àqueles que tiveram seus salários parcelados pelo índice da poupança – enquanto o próprio Cpers já ganhou ação coletiva na Justiça que obriga o governo a ressarcir os prejuízos com juros e correção monetária.

“Só mudou de nome, de parcelado virou atrasado. O parcelamento acabou e começou o ‘atrasamento’”, criticou a presidenta do Cpers/Sindicato Helenir Aguiar Schürer. Segundo ela, apenas 19,7% dos professores receberam seus salários nesta sexta-feira. A maior parte receberá no próximo dia 11. “A grande maioria não sabe como vai se manter porque começam a chegar as faturas daquilo que nós vivemos, os empréstimos. Parece que isso não faz com que o governo reflita e isso nos força a manter a greve e cada vez mais forte”, afirma.

Após a proclamação do resultado, os milhares de professores e professoras comemoraram com gritos de “fora, Sartori”. Outras pautas foram colocadas em votação na sequência e aprovadas, como a busca pelo fortalecimento da paralisação a partir da procura pelas escolas e professores que ainda não aderiram ao movimento.

Os milhares de manifestantes deixaram o Gigantinho perto das 11h da manhã e seguiram em marcha até o centro de Porto Alegre. No caminho, recebiam aplausos e sinais de positivo de moradores que acompanharam o movimento das janelas de suas casas. As manifestações de apoio foram observadas também quando a marcha passava em frente a órgãos públicos, como a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), na avenida Praia de Belas.

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