Rogério: "não tem pedido de Déda que me faça desistir da candidatura"

Deputado federal, presidente interino do PT e candidato a presidente da sigla para o período 2013-2017, Rogério Carvalho reforça disposição para manter-se na disputa, "em nome do coletivo que o fez candidato"; "queria tranquilizar a militância e todos aqueles que me fizeram candidato e que nos permitiram inscrever uma chapa que não tem possibilidade da gente abrir mão da candidatura, a não ser que seja um entendimento coletivo", ressaltou; Rogério disse ainda que se sente desrespeitado dentro do PT por não ser considerado por "algumas lideranças" como opção para manutenção da unidade interna

Deputado federal, presidente interino do PT e candidato a presidente da sigla para o período 2013-2017, Rogério Carvalho reforça disposição para manter-se na disputa, "em nome do coletivo que o fez candidato"; "queria tranquilizar a militância e todos aqueles que me fizeram candidato e que nos permitiram inscrever uma chapa que não tem possibilidade da gente abrir mão da candidatura, a não ser que seja um entendimento coletivo", ressaltou; Rogério disse ainda que se sente desrespeitado dentro do PT por não ser considerado por "algumas lideranças" como opção para manutenção da unidade interna
Deputado federal, presidente interino do PT e candidato a presidente da sigla para o período 2013-2017, Rogério Carvalho reforça disposição para manter-se na disputa, "em nome do coletivo que o fez candidato"; "queria tranquilizar a militância e todos aqueles que me fizeram candidato e que nos permitiram inscrever uma chapa que não tem possibilidade da gente abrir mão da candidatura, a não ser que seja um entendimento coletivo", ressaltou; Rogério disse ainda que se sente desrespeitado dentro do PT por não ser considerado por "algumas lideranças" como opção para manutenção da unidade interna (Foto: Valter Lima)
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247 – O deputado federal Rogério Carvalho (PT) voltou a reafirmar nesta sexta-feira (16) que mantém sua candidatura a presidente estadual da legenda, mesmo com o apelo do governador Marcelo Déda para que ele deixe a disputa. “Não tem pedido de Marcelo Déda, Silvio Santos, Zé Eduardo, de quem quer que seja, que me faça desistir dessa candidatura. Só quem me tira essa candidatura é o coletivo que me fez candidato”, avisou, em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan FM.

Segundo o parlamentar, ele tem hoje o apoio de cinco prefeitos (dos sete que são filiados ao PT no Estado), dos deputados estaduais Francisco Gualberto e João Daniel, dos vereadores da capital Emmanuel Nascimento e Emerson Ferreira e demais lideranças do partido e de até 50% do campo majoritário Construindo um Novo Brasil (CNB).  “Eu queria tranquilizar a militância e todos aqueles que me fizeram candidato e que nos permitiram inscrever uma chapa que não tem possibilidade da gente abrir mão da candidatura, a não ser que seja um entendimento coletivo. Eu não consigo mais dizer que sou candidato ou não sou. Quem define agora é um coletivo”, ressaltou.

Rogério disse não entender o receio de “algumas pessoas” em relação à liderança dele. “Será que é porque eu tenho autonomia, será que é porque eu consigo nos espaços que eu chego construir, mudar, transformar, ampliar a participação? A gente precisa ter muita calma e cautela para não desagregar, mas eu também gostaria de entender porque esse medo tão grande. Não é da base do partido”, afirmou.

O deputado, que é presidente em exercício do partido, ressaltou que acha “desrespeitosa” a forma como ele vem sendo tratado por “algumas lideranças” neste episódio da sucessão do PT. “O desrespeito é a falta de consideração, é não considerar a forma como historicamente o militante, o filiado vem se comportando. No meu caso, eu apoiei Márcio Macêdo nas duas eleições, apoiei Silvio Santos. Eu sempre não só apoiei como participei e ajudei os processos eleitorais tendo consciência que era o momento dessas pessoas. Vejo que essa dificuldade que essas pessoas têm de me verem nessa trajetória acaba sendo uma ação desrespeitosa”, reclamou.

Ele disse ainda que não enxerga a posição de Déda como uma traição e frisou que espera que a disposição dele em se manter candidato “não produza mágoas nem ressentimentos” nos líderes do partido. “Que isso seja encarado com normalidade, eu acredito que tenho legitimidade, construção política e dedicação e demonstrei compromisso com o meu partido para poder disputar a presidência num clima de paz e tranqüilidade. O fato de eu ter me apoiando as lideranças que eu tenho, mostra que eu não estou sendo segregado. O que eu estou somente reivindicando é a possibilidade de disputar eleição, uma eleição limpa e tranquila, onde a gente possa pelo voto decidir quem vai presidir. Eu não tenho problema de disputar a eleição com o risco de perder ou a sorte de ganhar. Isso é do jogo”, reforçou.

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