São Paulo decreta estado de emergência e pode apreender combustível em postos

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decretou estado de emergência em função da paralisação nacional dos caminhoneiros; Prefeitura poderá apreender combustíveis, que porventura estejam armazenados em postos, além de possibilitar a aquisição de bens sem a necessidade de empenho orçamentário; "Caso continue a situação de desabastecimento provocado pelas manifestações, pode haver decretação de feriado municipal. O estado de emergência pode evoluir para estado de calamidade pública", disse a Prefeitura

Posto fechado em Brasília com o estoque de combustíveis e gás de cozinha zerados.Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Posto fechado em Brasília com o estoque de combustíveis e gás de cozinha zerados.Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil (Foto: Paulo Emílio)

São Paulo 247 - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decretou estado de emergência na capital em função da crise decorrente da paralisação nacional dos caminhoneiros, que nesta sexta-feira (25) ganhou a adesão dos motoristas de vans escolares, contra o aumento dos preços dos combustíveis.

Com a medida, a Prefeitura poderá apreender bens como combustíveis, que porventura estejam armazenados em postos, além de possibilitar a aquisição de bens sem a necessidade de empenho orçamentário.

A capital paulista enfrente uma série de bloqueios promovidos pelos caminhoneiros em diversas rodovias que cortam o Estado. As manifestações foram engrossadas com a adesão de motoristas de vans e motociclistas no início da manhã desta sexta-feira (25).

"Caso continue a situação de desabastecimento provocado pelas manifestações, pode haver decretação de feriado municipal. O estado de emergência pode evoluir para estado de calamidade pública", disse a Prefeitura por meio de um comunicado.

 

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