Wellington reúne secretariado para discutir Ativo Verde

Em reunião com seu secretariado, o governador Wellington Dias realizou um balanço da atual situação do Estado e a aplicação do Ativo Verde, lei já aprovada na Assembleia Legislativa que incentiva o setor produtivo a proteger as florestas do estado; "Essa iniciativa dá ao Estado uma nova estrutura de manter em pé as reservas e as florestas nativas, na contramão, inclusive, do que vai o Brasil. O objetivo é de que em todas as regiões, em um modelo a partir do Acordo de Paris, que hoje é lei no Brasil, para cada hectare preservado termos uma certificação", explica

Em reunião com seu secretariado, o governador Wellington Dias realizou um balanço da atual situação do Estado e a aplicação do Ativo Verde, lei já aprovada na Assembleia Legislativa que incentiva o setor produtivo a proteger as florestas do estado; "Essa iniciativa dá ao Estado uma nova estrutura de manter em pé as reservas e as florestas nativas, na contramão, inclusive, do que vai o Brasil. O objetivo é de que em todas as regiões, em um modelo a partir do Acordo de Paris, que hoje é lei no Brasil, para cada hectare preservado termos uma certificação", explica
Em reunião com seu secretariado, o governador Wellington Dias realizou um balanço da atual situação do Estado e a aplicação do Ativo Verde, lei já aprovada na Assembleia Legislativa que incentiva o setor produtivo a proteger as florestas do estado; "Essa iniciativa dá ao Estado uma nova estrutura de manter em pé as reservas e as florestas nativas, na contramão, inclusive, do que vai o Brasil. O objetivo é de que em todas as regiões, em um modelo a partir do Acordo de Paris, que hoje é lei no Brasil, para cada hectare preservado termos uma certificação", explica (Foto: Leonardo Lucena)

Por Pablo Cavalcante

Em reunião com seu secretariado, nesta sexta (25), o governador Wellington Dias realizou um balanço da atual situação do Estado e a aplicação do Ativo Verde, lei já aprovada na Assembleia Legislativa que incentiva o setor produtivo a proteger as florestas do estado.

"Essa iniciativa dá ao Estado uma nova estrutura de manter em pé as reservas e as florestas nativas, na contramão, inclusive, do que vai o Brasil . O objetivo é de que em todas as regiões, em um modelo a partir do Acordo de Paris, que hoje é lei no Brasil, para cada hectare preservado termos uma certificação.Esse incentivo se daria através de programas de compensação social e ambiental, quem investe não só no Piauí pode comprar títulos para manter em pé essas reservas", explica o governador.

Piauí e Goiás estão à frente desse projeto, que recebe apoio da Organização da Nações Unidas (ONU), do Banco Interamericano e do Banco Mundial.

Quanto a avaliação do atual momento administrativo do Estado, dentre os pontos positivos destacados pelo chefe do executivo piauiense, as condições para o desenvolvimento de um conjunto de obras, em parceria com a União, oriundas de contratos de empréstimos, além de um constexto favorável para o lançamento de editais para o desenvolvimento de obras de mobilidade urbana, euqipamentos para saúde, ambulâncias, academias de saúde, unidades de fisioterapia e outras obras estruturantes junto aos municípios.

"Vamos agora para uma nova etapa com a TransCerrados, que permitirá a presença de recursos privados por meio do modelo de Parceria Público Privada (PPP). Nesse campo do investimento eu estou seguro que o Piauí vai dar passos largos, mesmo em meio forte crise", comenta Dias. 

Estiveram presentes a reunião os secretários de Planejamento, Antônio Neto, Fazenda, Rafael Fonteles, Turismo, Flavio Nogueira Junior e o superintendente da SEPLAN, Sergio Miranda. 

Queda de arrecadação e desafios fiscais

Desafio para a política de desenvolvimento de obras estruturantes no Estado, a queda no repasse de verbas por parte da União obriga o Governo a criar alternativas para manter o equilibrio fiscal. Iniciativas do Governo Federal, como a Reforma da Previdência, afetam diretamente o funcionamento da máquina no Piauí.

"Essa proposta da Reforma da Previdência fez uma corrida para a aposentadoria. Para você ter uma ideia, a gente tinha cerca de 50 mil servidores da ativa, ficamos agora com 40 mil. Isso fez crescer o déficit da Previdência, que ali no começo do mandato, fechou com R$ 400 milhões, agora esse número alcança R$ 1 bilhão de reais", pontua Wellington. 
 

 

 

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