Eliane descobre que ninguém sobrou e pede para parar urgente com a Lava Jato

Colunista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, amanheceu preocupada neste domingo, 26, com os estragos da operação Lava Jato na classe política brasileira; ela descobriu que as investigações atingem todos os presidenciáveis e pergunta, com a Lava Jato neste ritmo, o que vai sobrar para o eleitor; "É preciso, porém, distinguir quem é quem e o quê é o quê, sob risco de uma terra arrasada em que não teremos ninguém para acreditar daqui para frente, nem para votar em 2018", alerta

Colunista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, amanheceu preocupada neste domingo, 26, com os estragos da operação Lava Jato na classe política brasileira; ela descobriu que as investigações atingem todos os presidenciáveis e pergunta, com a Lava Jato neste ritmo, o que vai sobrar para o eleitor; "É preciso, porém, distinguir quem é quem e o quê é o quê, sob risco de uma terra arrasada em que não teremos ninguém para acreditar daqui para frente, nem para votar em 2018", alerta
Colunista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, amanheceu preocupada neste domingo, 26, com os estragos da operação Lava Jato na classe política brasileira; ela descobriu que as investigações atingem todos os presidenciáveis e pergunta, com a Lava Jato neste ritmo, o que vai sobrar para o eleitor; "É preciso, porém, distinguir quem é quem e o quê é o quê, sob risco de uma terra arrasada em que não teremos ninguém para acreditar daqui para frente, nem para votar em 2018", alerta (Foto: Aquiles Lins)

247 - A colunista Eliane Cantanhêde, do Estado de S. Paulo, amanheceu neste domingo, 26, preocupada com os estragos da operação Lava Jato na classe política brasileira. Ela descobriu que as investigações atingem todos os presidenciáveis "presentes, futuros e até pretéritos", ao se referir ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.

"É preciso, porém, distinguir quem é quem e o quê é o quê, sob risco de uma terra arrasada em que não teremos ninguém para acreditar daqui para frente, nem para votar em 2018", alerta. 

"Se todos os quatro principais candidatos entraram na ciranda, quem sobra para o eleitor? Além dos representantes de nichos, à extrema esquerda e à extrema direita, há os candidatos de si próprios, que concorrem numa eleição atrás da outra só para tirar vantagem pessoal, e o risco dos mais variados tipos de aventureiros. Se tem gente que rouba até obturação de ouro de defunto, sempre haverá quem queira tirar uma casquinha do caos. E vai que dá certo?!", questiona.

Cantanhêde ressalta que está fazendo uma defesa contrária à Lava Jato, "um orgulho nacional, que só atrai agradecimento e glória a juízes, procuradores, policiais federais e quadros da Receita Federal". "Eles vão continuar fazendo o trabalho deles, mas cabe aos próprios políticos, aos comunicadores e à opinião pública separar o joio do trigo".

 

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