Formandos em jornalismo preferem internet

Pesquisa da Universidade da Georgia, nos EUA, sobre os graduandos em jornalismo do ano de 2012 mostrou que sete entre 10 estudantes preferiam ler as notícias em portais digitais ou redes sociais em vez da mídia impressa; como no ano anterior, mais da metade dos graduandos havia lido um blog um dia antes da pesquisa

Pesquisa da Universidade da Georgia, nos EUA, sobre os graduandos em jornalismo do ano de 2012 mostrou que sete entre 10 estudantes preferiam ler as notícias em portais digitais ou redes sociais em vez da mídia impressa; como no ano anterior, mais da metade dos graduandos havia lido um blog um dia antes da pesquisa
Pesquisa da Universidade da Georgia, nos EUA, sobre os graduandos em jornalismo do ano de 2012 mostrou que sete entre 10 estudantes preferiam ler as notícias em portais digitais ou redes sociais em vez da mídia impressa; como no ano anterior, mais da metade dos graduandos havia lido um blog um dia antes da pesquisa (Foto: Valter Lima)
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Observatório de Imprensa - Uma pesquisa da Universidade da Georgia, nos EUA, sobre os graduandos em jornalismo do ano de 2012 mostrou que sete entre 10 estudantes preferiam ler as notícias em portais digitais ou redes sociais em vez da mídia impressa. Somente um terço dos entrevistados havia lido o jornal no dia anterior, em uma queda de 81% desde 1994.

Em um claro sinal dos tempos, três quartos dos estudantes liam suas notícias através da Internet e praticamente todos haviam frequentado uma mídia social um dia antes de ser entrevistados.

Os graduandos de 2012 são muito parecidos com os do ano anterior quanto ao uso de mídia eletrônica. Seis entre 10 haviam assistido às notícias pela televisão no dia anterior à pesquisa, e quatro em 10 haviam ouvido as notícias pelo rádio. Três quartos leram ou viram notícias online e dois terços leram, viram ou escutaram as notícias por um dispositivo móvel.

Como no ano anterior, mais da metade dos graduandos havia lido um blog um dia antes da pesquisa. Mais de nove entre 10 graduandos haviam visitado uma rede social no dia anterior, um comportamento consistente nos últimos três anos. Três quartos dos graduandos também haviam visitado o YouTube ou site similar.

O estudo, que é feito anualmente e avalia os hábitos, salários e empregos conseguidos pelos recém-formados, também descobriu que o piso inicial para formados em jornalismo nos EUA é inferior à média de outros cursos, o que pode explicar a estatística de que 28% dos entrevistados se arrependem de terem escolhido o jornalismo.

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