Gaspari critica Marina por sua "confidencialidade"

Colunista Elio Gaspari questiona o comportamento da candidata Marina Silva, que repete o modelo adotado pelo ex-ministro Antonio Palocci, e se nega a revelar a identidade dos seus clientes, que lhe pagaram R$ 1,6 milhão por palestras; "O novo é sempre bem-vindo, mas é sempre útil saber-se onde acaba o velho", diz ele

Colunista Elio Gaspari questiona o comportamento da candidata Marina Silva, que repete o modelo adotado pelo ex-ministro Antonio Palocci, e se nega a revelar a identidade dos seus clientes, que lhe pagaram R$ 1,6 milhão por palestras; "O novo é sempre bem-vindo, mas é sempre útil saber-se onde acaba o velho", diz ele
Colunista Elio Gaspari questiona o comportamento da candidata Marina Silva, que repete o modelo adotado pelo ex-ministro Antonio Palocci, e se nega a revelar a identidade dos seus clientes, que lhe pagaram R$ 1,6 milhão por palestras; "O novo é sempre bem-vindo, mas é sempre útil saber-se onde acaba o velho", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O jornalista Elio Gaspari defende que Marina Silva, candidata do PSB à presidência da República, abra mão da cláusula de confidencialidade em seus contratos e revele aos eleitores quem são os clientes de sua empresa de palestras, que faturou R$ 1,6 milhão nos últimos anos.

"Cláusula de confidencialidade é uma expressão maldita desde que o ex-ministro Antonio Palocci usou-a para não revelar os clientes de sua consultoria. Todo mundo ganharia se a nova política exigisse a divulgação voluntária dessas listas", diz ele na coluna "Marina e a confidencialidade" (leia aqui).

"A curiosidade está na lista que, repetindo, ela não tem obrigação de revelar. Poderia, contudo, pedir aos clientes que a desobrigassem da cláusula de confidencialidade. Um, dois, três, quantos quiserem", afirma. "O novo é sempre bem-vindo, mas é sempre útil saber-se onde acaba o velho."

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