Mello Franco: depois da mula e do preposto, se aproxima hora de Temer

O colunista Bernardo Mello Franco afirmou neste domingo, 26, que o potencial das revelações feitas pelo empresário José Yunes, melhor amigo e ex-assessor de Michel Temer, de que serviu de mula para receber um pacote de dinheiro enviado a pedido de Eliseu Padilha tem derrubar de vez o cambaleante Temer; "Com ministros sendo abatidos como moscas, o governo Temer começa a lembrar o governo Dilma em sua fase terminal. Depois da mula e do preposto, talvez esteja se aproximando a hora do chefe", diz

O colunista Bernardo Mello Franco afirmou neste domingo, 26, que o potencial das revelações feitas pelo empresário José Yunes, melhor amigo e ex-assessor de Michel Temer, de que serviu de mula para receber um pacote de dinheiro enviado a pedido de Eliseu Padilha tem derrubar de vez o cambaleante Temer; "Com ministros sendo abatidos como moscas, o governo Temer começa a lembrar o governo Dilma em sua fase terminal. Depois da mula e do preposto, talvez esteja se aproximando a hora do chefe", diz
O colunista Bernardo Mello Franco afirmou neste domingo, 26, que o potencial das revelações feitas pelo empresário José Yunes, melhor amigo e ex-assessor de Michel Temer, de que serviu de mula para receber um pacote de dinheiro enviado a pedido de Eliseu Padilha tem derrubar de vez o cambaleante Temer; "Com ministros sendo abatidos como moscas, o governo Temer começa a lembrar o governo Dilma em sua fase terminal. Depois da mula e do preposto, talvez esteja se aproximando a hora do chefe", diz (Foto: Aquiles Lins)

247 - O colunista Bernardo Mello Franco afirmou neste domingo, 26, que o potencial das revelações feitas pelo empresário José Yunes, melhor amigo e ex-assessor de Michel Temer, de que serviu de mula para receber um pacote de dinheiro enviado a pedido de Eliseu Padilha tem derrubar de vez o cambaleante Temer. 

Mello Franco lembra da delação do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho. "'Sempre soube que Eliseu Padilha representava a figura política de Michel Temer'. Assim começa o item 2.5 do depoimento de Cláudio Melo Filho à Lava Jato. Nele o lobista descreve a relação de 'extrema proximidade' entre o chefe da Casa Civil e o presidente da República", afirma. 

O jornalista lembra que o executivo disse também à Procuradoria-Geral da República: "Pelo que pude perceber ao longo dos anos, a pessoa mais destacada desse grupo para falar com agentes privados e centralizar as arrecadações financeiras é Eliseu Padilha. (...) Atua como verdadeiro preposto de Michel Temer e deixa claro que muitas vezes fala em seu nome. [...] Concentra as arrecadações financeiras desse núcleo político do PMDB para posteriores repasses internos".

"Com ministros sendo abatidos como moscas, o governo Temer começa a lembrar o governo Dilma em sua fase terminal. Depois da mula e do preposto, talvez esteja se aproximando a hora do chefe", diz Mello Franco. 

Leia na íntegra o artigo de Bernardo Mello Franco na Folha.

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