Tijolaço: “A Globo atira Aécio ao mar?”

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, observa que reportagem publicada pela revista Época "detalhando aos escaninhos da conta de uma fundação 'fantasma', a Bogart e Taylor, no banco LGT, do  principado de Liechtenstein, um paraíso fiscal europeu, não foi escrita de ontem para hoje"; estaria pronta, mas não foi publicada; segundo a delação de Delcídio Amaral, a fundação pertence a Aécio Neves; "Será que a vaia da Paulista foi a gota d’água para atirarem ao mar Aécio Neves?", questiona Brito

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, observa que reportagem publicada pela revista Época "detalhando aos escaninhos da conta de uma fundação 'fantasma', a Bogart e Taylor, no banco LGT, do  principado de Liechtenstein, um paraíso fiscal europeu, não foi escrita de ontem para hoje"; estaria pronta, mas não foi publicada; segundo a delação de Delcídio Amaral, a fundação pertence a Aécio Neves; "Será que a vaia da Paulista foi a gota d’água para atirarem ao mar Aécio Neves?", questiona Brito
Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, observa que reportagem publicada pela revista Época "detalhando aos escaninhos da conta de uma fundação 'fantasma', a Bogart e Taylor, no banco LGT, do  principado de Liechtenstein, um paraíso fiscal europeu, não foi escrita de ontem para hoje"; estaria pronta, mas não foi publicada; segundo a delação de Delcídio Amaral, a fundação pertence a Aécio Neves; "Será que a vaia da Paulista foi a gota d’água para atirarem ao mar Aécio Neves?", questiona Brito (Foto: Gisele Federicce)

Por Fernando Brito, do Tijolaço

Pela extensão e riqueza de detalhes da matéria publicada esta manhã pela Época, detalhando aos escaninhos da conta de uma fundação “fantasma”, a Bogart e Taylor, no banco LGT, do  principado de Liechtenstein, um paraíso fiscal europeu, não foi escrita de ontem para hoje.

Estava pronta, apenas decidiu-se adaptar e publicar.

Até porque o assunto não é novidade: Luís Nassif o publicou em janeiro de 2015. Há mais de um ano, portanto.

No texto, do vaidoso Diego Escosteguy, menciona-se inclusive que certos documentos foram obtidos por solicitação judicial.

Não vou cansar o leitor perguntando por que a revista não publicou antes a matéria.

Quem conhece o império Globo sabe que não é algo que se publique sem autorização do alto comando.

Será que a vaia da Paulista foi a gota d’água para atirarem ao mar Aécio Neves?

Quem ficou com o pepino foi a Procuradoria Geral da República.

Porque o MP – aquele para quem a lei é para todos, lembra-se – sabia de tudo há quase dez anos e desistiu da apuração.

Tanto com Roberto Gurgel quanto com Rodrigo Janot na sua chefia.

As explicações de Aécio foram pífias: apenas que sua mãe (nem falou na irmã e braço-direito, Andréa) havia desistido de criar a fundação.

Desistiu, claro, dois meses depois da Polícia Federal dar uma batida na casa do doleiro que oficializou a maracutaia.

Imaginem se tivesse se a falecida D. Lindu, mãe do Lula, estivesse viva e criasse uma fundação com conta bancaria no Liechtenstein?

Sem Aécio, sobram Alckmin e Serra, ambos testados e reprovados.

Em que aposta a Globo?

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