Fragilizado no Senado, Eduardo Bolsonaro pede ajuda da Fiesp para ser embaixador

Em dificuldades para angariar votos no Senado, onde os levantamentos iniciais mostram que não tem assegurada a maioria, Eduardo Bolsonaro pede para o poderoso conglomerado do empresariado, a Fiesp, ajudá-lo a garantir sua condução ao posto de embaixador do Brasil nos Estados Unidos

(Foto: Paola De Orte/Agência Brasil)

247 - Fragilizado no Senado, onde os levantamentos iniciais mostram que não tem assegurada a maioria, Eduardo Bolsonaro pede para o poderoso conglomerado do empresariado, a Fiesp, ajudá-lo para garantir sua condução ao posto de embaixador do Brasil nos Estados Unidos.            

Reportagem do jornalista André Ítalo Rocha, em O Estado de S.Paulo informa que o filho de Jair Bolsonaro pediu nesta segunda-feira (12), ajuda de diretores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para convencer os senadores a aprovar seu nome para o posto em Washington.  

Falando no início de um jantar organizado pela entidade patronal, Eduardo Bolsonaro pediu para os diretores da entidade convencerem senadores a aprovarem seu nome. 

Disse que sua principal qualidade para assumir o posto da representação diplomática brasileira em Washington é a ligação que tem com o presidcente estadunidense Donald Trump, mostrando assim que se for conduzido ao cargo será um pupilo do chefe da Casa Branca e não um defensor dos interesses nacionais.   

“Conto com o apoio dos senhores, caso tenham algum contato com senadores, para poder dizer a eles que a abertura que tenho junto à Casa Branca vai acelerar em muito os acordos comerciais e em outros setores que os senhores tenham interesse”, disse.   

O filho de Bolsonaro aproveitou para bajular os empresários: “No final das contas, os senhores não são os malvadões que exploram os empregados, são os que dão pontapé inicial na geração de empregos".

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