Morales: Trump fracassou de novo em sua ofensiva golpista

"Trump fracassou de novo em sua ofensiva golpista. Lamentavelmente, alguns governos estão errados e o apoiam. Temos sempre que apostar na soberania e na paz; o povo venezuelano demonstrou com firmeza que esse é seu caminho. Apoiaremos qualquer iniciativa de diálogo que possa surgir", declarou o presidente boliviano na sua conta no Twitter

Morales: Trump fracassou de novo em sua ofensiva golpista
Morales: Trump fracassou de novo em sua ofensiva golpista (Foto: © Handout . / Reuters)

Sputinik – O presidente da Bolívia, Evo Morales, escreveu na sua conta no Twitter que o presidente dos EUA, Donald Trump, "fracassou de novo em sua ofensiva golpista", comentando a tentativa fracassada de golpe de Estado na Venezuela, liderada pelo opositor Juan Guiadó.

O presidente da Bolívia, Evo Morales, escreveu na sua conta no Twitter que o presidente dos EUA, Donald Trump, "fracassou de novo em sua ofensiva golpista", comentando a tentativa fracassada de golpe de Estado na Venezuela, liderada pelo opositor Juan Guiadó.

Morales, que anteriormente repudiou a tentativa de golpe promovida pela direita venezuelana "submissa aos interesses estrangeiros", declarou que a Bolívia sempre apostará "na soberania e paz" e apoiará "qualquer iniciativa de diálogo que possa surgir".

"Trump fracassou de novo em sua ofensiva golpista. Lamentavelmente, alguns governos estão errados e o apoiam. Temos sempre que apostar na soberania e na paz; o povo venezuelano demonstrou com firmeza que esse é seu caminho. Apoiaremos qualquer iniciativa de diálogo que possa surgir", declarou o presidente na sua conta no Twitter.

O líder cubano, Miguel Díaz-Canel, por sua vez, rejeitou a tentativa de golpe da oposição venezuelana, que ele acusou de propiciar a violência na nação sul-americana. Outros países, como México, Rússia e Espanha, pediram a resolução pacífica do conflito, através do diálogo, para evitar o "derramamento de sangue".

Em vídeo publicado no Twitter, Guaidó aparece ao lado de militares e do líder oposicionista Leopoldo López, que estava preso desde 2014 e foi libertado pelos rebeldes, na base aérea militar La Carlota, em Caracas. Guaidó pede uma "luta não violenta", diz ter os militares ao seu lado e afirma que "o momento é agora".

A movimentação recebeu apoio dos Estados Unidos. O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou no Twitter que "o governo dos EUA apoia totalmente o povo venezuelano em sua busca de liberdade e democracia. A democracia não pode ser derrotada".

Já Maduro diz que os principais comandantes militares estão ao seu lado e pediu "máxima mobilização popular para assegurar a vitória da paz."

 

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