Trump leva Grã-Bretanha à beira de crise diplomática com EUA por Síria e Rússia

O Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha nos próximos meses buscará convencer Donald Trump e sua equipe de que é necessário continuar o curso da atual administração dos EUA sobre a situação na Síria; em particular, a diplomacia britânica, citada pelo The Sunday Telegraph, espera convencer os EUA da necessidade da deposição do presidente sírio, Bashar Assad

O Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha nos próximos meses buscará convencer Donald Trump e sua equipe de que é necessário continuar o curso da atual administração dos EUA sobre a situação na Síria; em particular, a diplomacia britânica, citada pelo The Sunday Telegraph, espera convencer os EUA da necessidade da deposição do presidente sírio, Bashar Assad
O Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha nos próximos meses buscará convencer Donald Trump e sua equipe de que é necessário continuar o curso da atual administração dos EUA sobre a situação na Síria; em particular, a diplomacia britânica, citada pelo The Sunday Telegraph, espera convencer os EUA da necessidade da deposição do presidente sírio, Bashar Assad (Foto: Leonardo Attuch)

Da Agência Sputinik

O Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha nos próximos meses buscará convencer Donald Trump e sua equipe de que é necessário continuar o curso da atual administração dos EUA sobre a situação na Síria.

Em particular, a diplomacia britânica, citada pelo The Sunday Telegraph, espera convencer os EUA da necessidade da deposição do presidente sírio, Bashar Assad. 

Anteriormente, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, em entrevista ao jornal Wall Street, havia afirmado que na Síria é necessário lutar contra o Daesh (Estado Islâmico, proibido na Rússia), e não buscar tirar o presidente Bashar Assad do poder. 

Foi relatado também que a Grã-Bretanha está à beira de uma crise diplomática com os EUA por conta dos planos de Trump de criar uma aliança com o presidente russo, Vladimir Putin, em apoio ao presidente sírio. 

A diplomacia britânica realizará negociações que com Trump que considerá que serão muito difíceis, mas Londres destacou que não pretende mudar a sua posição.  "Para nós é muito claro que Assad não tem lugar no futuro da Síria. Ele tem o sangue de 400 mil pessoas em suas mãos", disse uma fonte do Ministério das Relações Exteriores britânico. 

Anteriormente, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, declarou aos jornalistas que o Kremlin espera que, após a chegada de Trump ao poder, os EUA e a Rússia vão aproximar as suas posições em relação à questão síria. 

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