Briga na Câmara é disputa entre Lula e Temer

Apesar de afirmar que não irá se envolver na disputa pela presidência da Câmara, o governo do presidente em exercício Michel Temer vem exercendo pressão para conseguir deixar sob seu controle o comando da Casa; meta é barrar que qualquer parlamentar contrário a gestão do peemedebista venha a assumir o cargo, o que poderia prejudicar a aprovação de medidas consideradas essenciais para o governo, como as que visam estimular a recuperação econômica; governo avalia que é preciso alguém com "perfil confiável" no cargo, capaz de aprovar projetos impopulares e que propicie uma certa estabilidade política, já que também teria como responsabilidade analisar os pedidos de impeachment contra Michel Temer que já estão protocolados na Casa

Apesar de afirmar que não irá se envolver na disputa pela presidência da Câmara, o governo do presidente em exercício Michel Temer vem exercendo pressão para conseguir deixar sob seu controle o comando da Casa; meta é barrar que qualquer parlamentar contrário a gestão do peemedebista venha a assumir o cargo, o que poderia prejudicar a aprovação de medidas consideradas essenciais para o governo, como as que visam estimular a recuperação econômica; governo avalia que é preciso alguém com "perfil confiável" no cargo, capaz de aprovar projetos impopulares e que propicie uma certa estabilidade política, já que também teria como responsabilidade analisar os pedidos de impeachment contra Michel Temer que já estão protocolados na Casa
Apesar de afirmar que não irá se envolver na disputa pela presidência da Câmara, o governo do presidente em exercício Michel Temer vem exercendo pressão para conseguir deixar sob seu controle o comando da Casa; meta é barrar que qualquer parlamentar contrário a gestão do peemedebista venha a assumir o cargo, o que poderia prejudicar a aprovação de medidas consideradas essenciais para o governo, como as que visam estimular a recuperação econômica; governo avalia que é preciso alguém com "perfil confiável" no cargo, capaz de aprovar projetos impopulares e que propicie uma certa estabilidade política, já que também teria como responsabilidade analisar os pedidos de impeachment contra Michel Temer que já estão protocolados na Casa (Foto: Paulo Emílio)

247 - Apesar de afirmar que não irá se envolver na disputa pela presidência da Câmara, o governo do presidente em exercício Michel Temer vem exercendo pressão para conseguir deixar sob seu controle o comando da Casa. A meta é barrar que qualquer parlamentar contrário a gestão do peemedebista venha a assumir o cargo, o que poderia prejudicar a aprovação de medidas consideradas essenciais para o governo, como as que visam estimular a recuperação econômica.

A eleição para a presidência da Câmara está prevista para ser realizada na próxima semana. Neste caso, o parlamentar eleito fará um mandato-tampão que será encerrado em fevereiro de 2017, quando será realizada uma nova eleição para o biênio 2017/2018.

O governo avalia que que preciso alguém com "perfil confiável" no cargo, capaz de aprovar projetos impopulares e que propicie uma certa estabilidade política. Esse "perfil" também teria como responsabilidade analisar os pedidos de impeachment contra Michel Temer que já estão protocolados na Câmara.

Temer também teme a repetição do "efeito Severino", durante o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2005, quando a fragmentação da base resultou na eleição de Severino Cavalcanti (PP-PE) para o comando da Casa. Severino foi acusado de corrupção e acabou renunciando ao cargo e ao mandato.

Nesta linha, Temer tem se movimentado intensamente. Nos ultimos dias, ele recebeu pelo menos 15 parlamentares para tratar do assunto e conseguir chegar a um nome de consenso entre os partidos da sua base aliada. Para Temer, não importa quem irá presidir a Câmara, desde que esteja alinhado com o governo e seja capaz de assegurar 2/3 dos votos da Casa necessários à aprovação de projetos.

Apesar disso, o governo tem sem manifestado de forma favorável a emplacar o deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), que representa o centrão, no cargo. O deputado de Rodrigo Maia (DEM-RJ), também tem certa simpatia do Planalto, embora tenha recebido apoio de integrantes do PT.

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