Comissão anticorrupção debaterá caixa 2

Segundo o relator do colegiado, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), haverá "um ou dois debates" sobre o projeto que anistia políticos e empresas que usaram caixa 2 para fazer e receber doações, e que quase foi aprovado na calada da noite; "Tudo às claras, de forma transparente. Nada de gambiarras nem de malandragens", defendeu

Segundo o relator do colegiado, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), haverá "um ou dois debates" sobre o projeto que anistia políticos e empresas que usaram caixa 2 para fazer e receber doações, e que quase foi aprovado na calada da noite; "Tudo às claras, de forma transparente. Nada de gambiarras nem de malandragens", defendeu
Segundo o relator do colegiado, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), haverá "um ou dois debates" sobre o projeto que anistia políticos e empresas que usaram caixa 2 para fazer e receber doações, e que quase foi aprovado na calada da noite; "Tudo às claras, de forma transparente. Nada de gambiarras nem de malandragens", defendeu (Foto: Gisele Federicce)

247 – O projeto que anistia políticos e empresas que usaram caixa 2 para fazer e receber doações eleitorais em campanhas, e que quase foi aprovado na calada da noite de segunda-feira, será debatido na comissão especial que analisa as dez medidas anticorrupção sugeridas pelos procuradores da Lava Jato.

De acordo com o relator do colegiado, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), haverá "um ou dois debates" sobre o projeto. "Tudo às claras, de forma transparente. Nada de gambiarras nem de malandragens", defendeu, em entrevista ao jornalista Josias de Souza, do portal UOL.

Ele afirmou, na entrevista, que "um emissário" perguntou a ele às 20h de segunda-feira se ele aceitaria ser relator dessa proposta. "Eu rechacei na hora. Disse que era uma maluquice, uma conversa fora de hora", contou, recusando-se a citar o nome do emissário.

O deputado elogiou o papel do presidente da comissão, deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA), para derrubar a votação da proposta. "O Passarinho foi um gigante no plenário. Os deputados da Rede e do PSOL, que protagonizaram a resistência, não tinham número para pedir uma verificação do quórum e obstruir a sessão. O que amedrontou a todos foi o vigor do Passarinho, porque ele tinha, no partido dele, os votos suficientes para pedir uma verificação de quórum".

Segundo Lorenzoni, não deve haver nova tentativa de aprovar a anistia. "A maluquice foi sepultada. As declarações posteriores mostraram que o bom-senso prevaleceu. Isso tem que ser discutido no âmbito das dez medidas, com o rigor que o tema pede."

Leia aqui a íntegra.

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