Marun diz que diretor da PF “verbalizou o óbvio”

Em vídeo divulgado neste domingo 11, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que já assistiu a "dezenas, talvez até centenas de entrevistas de delegados, de promotores a respeito de inquéritos em andamento" e avalia que o diretor-geral da PF, Fernando Segovia, "tem o dever de observar inquéritos de grande repercussão"

Bras�lia - O presidente da Comiss�o Especial da Reforma da Previd�ncia, deputado Carlos Marun, fala sobre a expectativa de retomada da vota��o da mat�ria (Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag�ncia Brasil)
Bras�lia - O presidente da Comiss�o Especial da Reforma da Previd�ncia, deputado Carlos Marun, fala sobre a expectativa de retomada da vota��o da mat�ria (Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag�ncia Brasil) (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em vídeo divulgado neste domingo 11, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, comentou a polêmica com a declaração do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, de que a tendência é que se arquive o inquérito contra Michel Temer no caso dos portos.

"Já assisti a dezenas, talvez até centenas de entrevistas de delegados, de promotores a respeito de inquéritos em andamento", comenta Marun no vídeo. Ele avalia ainda que o diretor da PF "tem o dever de observar inquéritos de grande repercussão", para que a corporação não seja usada como instrumento de guerra política.

Para Marun, Segovia apenas "verbalizou o óbvio", uma vez que a investigação contra Temer não tem "provas", nem "indícios" e "sequer a materialização do ato ilícito".

A fala do chefe da PF foi interpretada como interferência e pressão para que o delegado responsável pelo caso arquive a investigação. Relator do caso no STF, o ministro Luís Roberto Barroso pediu para Segovia se esclarecer. Uma audiência foi marcada para o dia 19.

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