Janot contestará tese da "extorsão" sobre empreiteiras

"É muito difícil acreditar", afirmou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot; "Ninguém é obrigado a ganhar dinheiro e a lucrar com uma atividade ilícita. É uma tese que contestaremos"; construtoras Mendes Júnior e Galvão Engenharia afirmaram que pagaram propinas porque, do contrário, não receberiam suas faturas legitimamente devidas

BRASÍLIA, DF - 18.12.2013: JANOT/BALANÇO/PGR/DF - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, conversa com jornalistas e faz um balanço sobre o ano na Procuradoria. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF - 18.12.2013: JANOT/BALANÇO/PGR/DF - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, conversa com jornalistas e faz um balanço sobre o ano na Procuradoria. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress) (Foto: Leonardo Attuch)

Brasília 247 - O argumento usado pelas construtoras Mendes Júnior e Galvão Engenharia, que alegaram terem sido extorquidas por Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, sendo forçadas a pagar propinas para receber faturas legitimamente devidas, será contestado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

"Vamos combinar que nessa situação não existem néscios e nem papalvos", afirmou Janot, citando sinônimos para referir-se a pessoas ignorantes e facilmente enganáveis (leia aqui reportagem de Felipe Gutierrez a respeito).

"É muito difícil acreditar", afirmou "Ninguém é obrigado a ganhar dinheiro e a lucrar com uma atividade ilícita. É uma tese que contestaremos."

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