Liliane Roriz é condenada no DF por compra de votos e fraude eleitoral

O Tribunal Regional Eleitoral condenou a deputada distrital Liliane Roriz por compra de votos e fraude eleitoral nas Eleições Gerais de 2010; da decisão cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral; a ação, movida pelo Ministério Público Eleitoral, acusa a parlamentar de oferecer vantagens indevidas a eleitores e de não ter declarado, na prestação de contas da campanha, despesas com apoiadores que trabalharam para ela

O Tribunal Regional Eleitoral condenou a deputada distrital Liliane Roriz por compra de votos e fraude eleitoral nas Eleições Gerais de 2010; da decisão cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral; a ação, movida pelo Ministério Público Eleitoral, acusa a parlamentar de oferecer vantagens indevidas a eleitores e de não ter declarado, na prestação de contas da campanha, despesas com apoiadores que trabalharam para ela
O Tribunal Regional Eleitoral condenou a deputada distrital Liliane Roriz por compra de votos e fraude eleitoral nas Eleições Gerais de 2010; da decisão cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral; a ação, movida pelo Ministério Público Eleitoral, acusa a parlamentar de oferecer vantagens indevidas a eleitores e de não ter declarado, na prestação de contas da campanha, despesas com apoiadores que trabalharam para ela (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - O Tribunal Regional Eleitoral condenou , nesta segunda-feira (17), a deputada distrital Liliane Roriz por compra de votos e fraude eleitoral nas Eleições Gerais de 2010. Da decisão cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral. A ação, movida pelo Ministério Público Eleitoral, acusa a parlamentar de oferecer vantagens indevidas a eleitores e de não ter declarado, na prestação de contas da campanha, despesas com apoiadores que trabalharam para ela.

Em março de 2016, o Tribunal condenou a deputada pelos mesmos crimes mas como novas testemunhas surgiram alegando a compra de votos, mais uma ação foi aberta e analisada nesta tarde.

A pena foi fixada em 04 anos, 05 meses e 8 dias de reclusão em regime semi-aberto e 60 dia-multa.

As defesa de Liliane informou que vai esperar a publicação do acórdão para analisar qual será o recurso cabível. "Vamos examinar se será necessário propor embargo de declaração [que não tem poder de alterar a sentença] ou recurso especial eleitoral para o TSE", disse Ezikelly Barros ao G1.

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