Para forçar acordão, investigados apostam no “quanto pior, melhor”

Para forçar um acordão que os beneficie, deputados investigados na Lava Jato estão tentando apostando na estratégia de instaurar um clima de "quanto pior, melhor" em todos os setores do Brasil; o caos generalizado, apostam eles, levaria economia, política e Judiciário a sentarem para conversar e discutirem uma saída

Plenário da Câmara dos Deputados
Plenário da Câmara dos Deputados (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - Deputados enrolados nas investigações da Lava Jato apostam no “quanto pior, melhor” como estratégia para forçar um acordão que os beneficie. O governo já identificou esse discurso nas justificativas de aliados para votar contra as reformas ou projetos de seu interesse. Esse grupo defende a rejeição da reforma da Previdência não por convicção, mas por saber que terá implicações na economia. Dizem: “Já que estamos na lama, vamos jogar o País também”. O caos, apostam, levaria todos os setores – economia, política e Judiciário – a sentar para conversar.

As informações são da Coluna do Estadão.

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