Relator da Lava Jato pede sessão extra no STF

Teori Zavascki, relator dos processos do escândalo no STF envolvendo deputados e senadores, teria informado o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, de que sessão debateria uma decisão importante; na Lava Jato, as ações cautelares ocultas têm sido utilizadas pela Procuradoria-Geral da República em delações premiadas e diligências envolvendo políticos; estão convocados para a reunião marcada para esta quarta-feira os ministros Celso de Mello, Carmem Lucia e Gilmar Mendes, além de Tofolli e Zavaski

Teori Zavascki, relator dos processos do escândalo no STF envolvendo deputados e senadores, teria informado o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, de que sessão debateria uma decisão importante; na Lava Jato, as ações cautelares ocultas têm sido utilizadas pela Procuradoria-Geral da República em delações premiadas e diligências envolvendo políticos; estão convocados para a reunião marcada para esta quarta-feira os ministros Celso de Mello, Carmem Lucia e Gilmar Mendes, além de Tofolli e Zavaski
Teori Zavascki, relator dos processos do escândalo no STF envolvendo deputados e senadores, teria informado o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, de que sessão debateria uma decisão importante; na Lava Jato, as ações cautelares ocultas têm sido utilizadas pela Procuradoria-Geral da República em delações premiadas e diligências envolvendo políticos; estão convocados para a reunião marcada para esta quarta-feira os ministros Celso de Mello, Carmem Lucia e Gilmar Mendes, além de Tofolli e Zavaski (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente da segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, marcou uma sessão secreta para a manhã desta quarta-feira (25) a pedido do ministro Teori Zavaski, relator de todos os processos da operação Lava Jato na Corte. Trata-se da primeira sessão secreta do STF dos últimos anos.

Teori Zavascki teria informado o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, de que sessão debateria uma decisão importante.

Na Lava Jato, as ações cautelares ocultas têm sido utilizadas pela Procuradoria-Geral da República em delações premiadas e diligências envolvendo políticos.

Estão convocados para a reunião os ministros Celso de Mello, Carmem Lucia e Gilmar Mendes, além de Tofolli e Zavaski.

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