Governador do Piauí pede urgência em aprovar MP que acelera análise da Sputnik

"O principal agora é a inclusão da regra de urgência na aprovação da Anvisa para as agências reguladoras da Argentina e da Rússia. Agiliza a aprovação da Sputnik", afirmou o governador do Piauí, Wellington Dias, coordenador do tema de vacinas do Fórum dos Governadores

Governador do Piauí, Wellington Dias
Governador do Piauí, Wellington Dias (Foto: Divulgação)
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247 - O coordenador do tema de vacinas do Fórum dos Governadores e governador do Piauí, Wellington Dias (PT), articula para que o Senado analise, na volta do recesso, uma proposta com o objetivo de agilizar o uso da vacina Sputnik V contra o coronavírus no Brasil. O Congresso deve voltar aos trabalhos deliberativos na próxima semana. A vacina é desenvolvida pela Rússia, parceira do laboratório União Química. 

De acordo com um projeto derivado de Medida Provisória, que aguarda para ser votado no Senado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deverá autorizar temporariamente o uso emergencial de vacinas já aprovadas pelos órgãos competentes de mais países preestabelecidos, como a Rússia. Os relatos foram publicados pelo portal Uol

O chefe do Executivo piauiense afirmou que, pelo texto, se os responsáveis especificados de Argentina, Canadá, Coreia do Sul, China, Estados Unidos, Japão, Rússia, Reino Unido e União Europeia aprovarem o uso de um imunizante contra o coronavírus, uma autorização temporária poderia ser estendida ao Brasil pela Anvisa. Atualmente, a lei brasileira só permite isso para o registro definitivo. A lista se limita às agências de EUA, União Europeia, Japão e China.

"O principal agora é a inclusão da regra de urgência na aprovação da Anvisa para as agências reguladoras da Argentina e da Rússia. Agiliza a aprovação da Sputnik", afirmou Dias. "Aprovando a Sputnik, a Rússia garante que em fevereiro pode entregar 10 milhões de doses prontas. E, a partir daí, 20 milhões de doses por mês pelo laboratório União Química".

O governador disse ter conversado com os senadores Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e Simone Tebet (MDB-MS) sobre o tema. 

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