Damous: Moro e a parte acusatória faziam um jogo combinado. Isso é crime

O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) afirmou que a "hora da verdade está chegando para Moro e Dallagnol"; "A Folha de São Paulo, apoiadora da Lava Jato, atestou a autenticidade das mensagens trocadas pela dupla. Os novos vazamentos mostram mais uma vez que o juiz e a parte acusatória faziam um jogo combinado. Isso é crime", disse

Sala de comissões do Senado durante Subcomissão  da Memória Verdade e Justiça. 

Audiência Pública para debater a implementação das recomendações que constarão no Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade, e lançamento do livro "Um Homem Torturado: Nos Passos de Frei Tito de Alencar". Com a participação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, ambas da Câmara dos Deputados.

À mesa, representante da Comissão da Verdade e Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Wadih Damous.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Sala de comissões do Senado durante Subcomissão da Memória Verdade e Justiça. Audiência Pública para debater a implementação das recomendações que constarão no Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade, e lançamento do livro "Um Homem Torturado: Nos Passos de Frei Tito de Alencar". Com a participação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, ambas da Câmara dos Deputados. À mesa, representante da Comissão da Verdade e Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Wadih Damous. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado (Foto: Edilson Rodrigues)

247 - O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) afirmou que a "hora da verdade está chegando para Moro e Dallagnol".

"A Folha de São Paulo, apoiadora da Lava Jato,atestou a autenticidade das mensagens trocadas pela dupla.Os novos vazamentos mostram mais uma vez que o juiz e a parte acusatória faziam um jogo combinado.Isso é crime. #LulaLivre", escreveu o parlamentar no Twitter.

Segundo novas revelações feitas pelo site Intercep Brasil em parceria com o jornal Folha de S.Paulo, o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, atuou, na condição de juiz da Lava Jato, com o procurador Delta Dallagnol para se proteger de eventuais atritos com o miinistro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki (atualmente falecido), após a divulgação de papéis encontrados pela Polícia Federal na casa de um executivo da Odebrecht.

Moro e Dallagnol temiam que Zavascki desmembrasse os inquéritos que estavam sob controle de Moro em Curitiba, uma vez que atingiam políticos com foro privilegiado.  

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247