Garotinho defende federalização da segurança do Rio

O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PRP) afirmou que a União tem uma dívida histórica com o Rio de Janeiro desde a transferência da capital federal para Brasília, em 1960; "Tem que colocar na Constituição que o Rio de Janeiro precisa ser reparado por isso. Essa é uma guerra ganha"

O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PRP) afirmou que a União tem uma dívida histórica com o Rio de Janeiro desde a transferência da capital federal para Brasília, em 1960; "Tem que colocar na Constituição que o Rio de Janeiro precisa ser reparado por isso. Essa é uma guerra ganha"
O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PRP) afirmou que a União tem uma dívida histórica com o Rio de Janeiro desde a transferência da capital federal para Brasília, em 1960; "Tem que colocar na Constituição que o Rio de Janeiro precisa ser reparado por isso. Essa é uma guerra ganha" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PRP) defendeu nesta segunda-feira (11) uma "federalização completa" da segurança pública do estado. De acordo com o ex-governador, o atual decreto de intervenção, em vigor desde fevereiro deste ano, é uma "pirotecnia".

Garotinho afirmou que a União tem uma dívida histórica com o Rio de Janeiro desde a transferência da capital federal para Brasília, em 1960. Ele não disse de que maneira negociaria com próximo presidente da República e com o Congresso Nacional. "Tem que colocar na Constituição que o Rio de Janeiro precisa ser reparado por isso. Essa é uma guerra ganha", disse ele em sabatina promovida pelo Uol, pela Folha e pelo SBT. "O Rio de Janeiro tem que ser considerado área de proteção federal", acrescentou.

O pré-candidato disse que, segundo a sua proposta, o governo federal assumiria tanto a parte de custeio quanto o planejamento operacional da segurança pública e, para tanto, deveria ser criado um fundo federal.

Ao comentar o papel do estado teria na segurança pública, Garotinho afirmou que caberia ao Executivo fluminense formular e gerir políticas de prevenção e de assistência social. "Na segurança pública, enquanto insistem em resolver só com bala e com polícia, isso é um equívoco. Tem que ter prevenção", complementou.

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