Máfia da Merenda em SP: quadrilha trocava proteína por pipoca, diz Polícia Federal

Prefeitura do interior do Estado chegou a pagar R$ 12 pela unidade do ovo. Ao menos 13 prefeitos são suspeitos de participar diretamente do esquema

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Revista Fórum - Quadrilha que atuou no desvio de dinheiro da merenda escolar em 30 cidades do Estado de São Paulo fazia substituições de alimentos do cardápio das escolas para viabilizar o superfaturamento dos contratos. Carne foi substituída por ovo e proteína de soja por pão de queijo e pipoca, por exemplo. Substituições constam em investigação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU) que mirou um contrato de 2017 entre a prefeitura de Águas de Lindóia e a empresa Le Garçon.

“Tal análise evidencia superfaturamento, uma vez que os cardápios foram alterados com substituição de itens de menor custo e com redução de fornecimento de itens de maior custo, mantendo-se o mesmo valor contratual”, diz o relatório da PF.

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