Minoritários contestam acordo de Eike na OGX

Petroleira obteve acordo com credores internacionais para converter R$ 13 bilhões de dívidas em ações, além de obter aporte de investidores de US$ 200 milhões em dinheiro novo, recursos suficientes tocar seu negócio de exploração e produção durante todo ano de 2014; operação vai significar uma diluição brutal dos acionistas minoritários, que hoje detêm 50% da empresa e vão ficar com 5%; eles contestam ainda perdão da dívida de Eike

Petroleira obteve acordo com credores internacionais para converter R$ 13 bilhões de dívidas em ações, além de obter aporte de investidores de US$ 200 milhões em dinheiro novo, recursos suficientes tocar seu negócio de exploração e produção durante todo ano de 2014; operação vai significar uma diluição brutal dos acionistas minoritários, que hoje detêm 50% da empresa e vão ficar com 5%; eles contestam ainda perdão da dívida de Eike
Petroleira obteve acordo com credores internacionais para converter R$ 13 bilhões de dívidas em ações, além de obter aporte de investidores de US$ 200 milhões em dinheiro novo, recursos suficientes tocar seu negócio de exploração e produção durante todo ano de 2014; operação vai significar uma diluição brutal dos acionistas minoritários, que hoje detêm 50% da empresa e vão ficar com 5%; eles contestam ainda perdão da dívida de Eike (Foto: Roberta Namour)

247 – A Óleo e Gás Participações, ex-OGX de Eike Batista, anunciou na noite de terça-feira que chegou a um acordo com a maioria dos detentores de bônus de US$ 3,8 bilhões, um avanço que pode abrir a porta para uma reestruturação bem-sucedida da petroleira em recuperação judicial.

Pelo acordo, os detentores dos bônus terão o direito de participar de um empréstimo de entre US$ 200 milhões a 215 milhões, para manter a empresa com sede no Rio de Janeiro em operação, de acordo com um comunicado da empresa.

Os detentores também concordaram, em princípio, em liberar o acionista controlador Eike de seu compromisso de colocar até Us$ 1 bilhão em novos investimentos na empresa.

Em contrapartida, a operação vai significar uma diluição brutal dos acionistas minoritários, que hoje detêm 50% da empresa e vão ficar com 5%.

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, os minoritários contestam o acordo, já que “os credores ainda não são os donos da OGX e não podem perdoar essa dívida”.

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