Moradores da Rocinha denunciam agressões e roubos por parte de militares

Depois de dias seguidos de intensos tiroteios, principalmente na Rocinha e em comunidades na região da Tijuca, o domingo (24) amanheceu com um clima de aparente tranquilidade, sem que fossem registrados conflitos, como nos dias anteriores; ainda assim as comunidades seguem ocupadas pela polícia e por homens das Forças Armadas que, segundo relatos, têm realizado um verdadeiro cerco não contra os traficantes, mas contra os próprios moradores que denunciam agressões, invasões e roubos praticados pelos militares

Depois de dias seguidos de intensos tiroteios, principalmente na Rocinha e em comunidades na região da Tijuca, o domingo (24) amanheceu com um clima de aparente tranquilidade, sem que fossem registrados conflitos, como nos dias anteriores; ainda assim as comunidades seguem ocupadas pela polícia e por homens das Forças Armadas que, segundo relatos, têm realizado um verdadeiro cerco não contra os traficantes, mas contra os próprios moradores que denunciam agressões, invasões e roubos praticados pelos militares
Depois de dias seguidos de intensos tiroteios, principalmente na Rocinha e em comunidades na região da Tijuca, o domingo (24) amanheceu com um clima de aparente tranquilidade, sem que fossem registrados conflitos, como nos dias anteriores; ainda assim as comunidades seguem ocupadas pela polícia e por homens das Forças Armadas que, segundo relatos, têm realizado um verdadeiro cerco não contra os traficantes, mas contra os próprios moradores que denunciam agressões, invasões e roubos praticados pelos militares (Foto: Paulo Emílio)

Revista FórumNo meio do conflito entre traficantes e forças policiais e militares no Rio de Janeiro, quem tem sofrido as consequências são os moradores de comunidades. Depois de dois dias de intensos de tiroteios, principalmente na Rocinha e em comunidades na região da Tijuca, onde ao menos 3 homens foram mortos, o domingo (24) amanheceu com um clima de aparente tranquilidade, sem que fossem registrados conflitos, como nos dias anteriores.

Ainda assim as comunidades seguem ocupadas pela polícia e por homens das Forças Armadas que, segundo relatos, têm realizado um verdadeiro cerco não contra os traficantes, mas contra os próprios moradores.

A página Rocinha em Foco denunciou, na noite deste sábado (23), uma série de abusos e agressões que estariam ocorrendo por parte dos militares. Os relatos dão conta de invasões, agressões físicas e verbais e até mesmo roubo.

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