Mulheres são agredidas no Rio em campanha contra assédio no carnaval

Mulheres que faziam a distribuição do material de campanha Carnaval sem Preconceito, da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj), relataram terem sofrido assédio e agressões em blocos do Rio de Janeiro; enquanto distribuíam as ventarolas da campanha e conversavam com os foliões, elas ouviram xingamentos, foram assediadas verbalmente e até fisicamente

Mulheres que faziam a distribuição do material de campanha Carnaval sem Preconceito, da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj), relataram terem sofrido assédio e agressões em blocos do Rio de Janeiro; enquanto distribuíam as ventarolas da campanha e conversavam com os foliões, elas ouviram xingamentos, foram assediadas verbalmente e até fisicamente
Mulheres que faziam a distribuição do material de campanha Carnaval sem Preconceito, da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj), relataram terem sofrido assédio e agressões em blocos do Rio de Janeiro; enquanto distribuíam as ventarolas da campanha e conversavam com os foliões, elas ouviram xingamentos, foram assediadas verbalmente e até fisicamente (Foto: Gisele Federicce)
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Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Mulheres que faziam a distribuição do material de campanha Carnaval sem Preconceito, da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj), relataram terem sofrido assédio e agressões em blocos do Rio de Janeiro.

Segundo a assessoria de imprensa da Caarj, enquanto distribuíam as ventarolas da campanha e conversavam com os foliões, elas ouviram xingamentos, foram assediadas verbalmente e até fisicamente.

As ocorrências foram verificadas nos blocos que desfilaram no fim de semana antes do carnaval (17 a 19) e nesta sexta-feira (24). Para evitar que as mulheres sofressem novas agressões, os promotores da campanha substituÍram as mulheres por homens desde ontem (25).

A campanha Carnaval sem Preconceito busca incentivar o respeito e o combate ao assédio sexual, ao racismo e à violência contra mulheres e homossexuais em vários blocos.

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