Paes nega atuação citada por Delcídio em CPI

Prefeito do Rio negou, em nota, que tenha sido procurado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), à época da CPI dos Correios, "para pedir a postergação da quebra de sigilo bancário ou por qualquer representante do Banco Rural para tratar do assunto"; declaração é uma resposta a trechos da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que indicou a participação de Aécio na maquiagem de dados do Banco Rural, em troca de pagamentos de Furnas

Prefeito do Rio negou, em nota, que tenha sido procurado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), à época da CPI dos Correios, "para pedir a postergação da quebra de sigilo bancário ou por qualquer representante do Banco Rural para tratar do assunto"; declaração é uma resposta a trechos da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que indicou a participação de Aécio na maquiagem de dados do Banco Rural, em troca de pagamentos de Furnas
Prefeito do Rio negou, em nota, que tenha sido procurado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), à época da CPI dos Correios, "para pedir a postergação da quebra de sigilo bancário ou por qualquer representante do Banco Rural para tratar do assunto"; declaração é uma resposta a trechos da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que indicou a participação de Aécio na maquiagem de dados do Banco Rural, em troca de pagamentos de Furnas (Foto: Gisele Federicce)

Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

O prefeito do Rio Eduardo Paes negou, em nota, que tenha sido procurado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), à época da CPI dos Correios, "para pedir a postergação da quebra de sigilo bancário ou por qualquer representante do Banco Rural para tratar do assunto".

A nota do prefeito é uma resposta a trechos da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que indicou a participação de Aécio Neves na maquiagem de dados do Banco Rural, em troca de pagamentos da empresa Furnas, no âmbito da CPI dos Correios.

Eduardo Paes na época era deputado pelo PSDB-RJ e integrante da CPI. O prefeito, hoje no PMDB, informou que desconhece que tenha havido maquiagem em quaisquer dados. Ele destacou que o trabalho de investigação foi acompanhado por técnicos do Tribunal de Contas da União e do Banco Central.

O prefeito concluiu dizendo "que tem muito orgulho de ter participado da CPI dos Correios com sub-relator e ter ajudado, com as investigações e fatos apurados, a denunciar esquema de desvio de dinheiro público".

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