STJ vai investigar desembargadora que espalhou fake news contra Marielle

A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu receber a queixa-crime movida contra a desembargadora Marília Castro Neves, por defender um "paredão de fuzilamento" para o deputado Jean Wyllys. A informação é do jornalista Ancelmo Gois; Marília Castro Neves é a mesma magistrada que espalhou em redes sociais fake news contra a vereadora Marielle Franco, dizendo que a vereadora do PSOL que foi executada tinha ligação com o Comando Vermelho 

A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu receber a queixa-crime movida contra a desembargadora Marília Castro Neves, por defender um "paredão de fuzilamento" para o deputado Jean Wyllys. A informação é do jornalista Ancelmo Gois; Marília Castro Neves é a mesma magistrada que espalhou em redes sociais fake news contra a vereadora Marielle Franco, dizendo que a vereadora do PSOL que foi executada tinha ligação com o Comando Vermelho 
A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu receber a queixa-crime movida contra a desembargadora Marília Castro Neves, por defender um "paredão de fuzilamento" para o deputado Jean Wyllys. A informação é do jornalista Ancelmo Gois; Marília Castro Neves é a mesma magistrada que espalhou em redes sociais fake news contra a vereadora Marielle Franco, dizendo que a vereadora do PSOL que foi executada tinha ligação com o Comando Vermelho  (Foto: Aquiles Lins)
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Rio 247 - A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu receber a queixa-crime movida contra a desembargadora Marília Castro Neves, por defender um "paredão de fuzilamento" para o deputado Jean Wyllys. A informação é do jornalista Ancelmo Gois.

Nessa denúncia, Wyllys é defendido pelo deputado e advogado Wadih Damous. A ministra deu 15 dias para a magistrada se defender.

Marília Castro Neves é a mesma magistrada que espalhou em redes sociais fake news contra a vereadora Marielle Franco, dizendo que a vereadora do PSOL que foi executada tinha ligação com o Comando Vermelho.

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