Justiça homologa delação do ex-senador Gim Argello

A Justiça Federal do Paraná homologou nesta quinta (21) o acordo de delação premiada do ex-senador Gim Argello, um dos presos na Operação Lava Jato; ele está detido em Curitiba desde abril; ex-líder do PTB no Senado, o ex-parlamentar atuava com desenvoltura no Congresso entre 2011 e 2014 e tinha acesso fácil à cúpula de partidos como PMDB; de acordo com as investigações, Gim agiu para evitar a convocação de empreiteiros na CPI 

A Justiça Federal do Paraná homologou nesta quinta (21) o acordo de delação premiada do ex-senador Gim Argello, um dos presos na Operação Lava Jato; ele está detido em Curitiba desde abril; ex-líder do PTB no Senado, o ex-parlamentar atuava com desenvoltura no Congresso entre 2011 e 2014 e tinha acesso fácil à cúpula de partidos como PMDB; de acordo com as investigações, Gim agiu para evitar a convocação de empreiteiros na CPI 
A Justiça Federal do Paraná homologou nesta quinta (21) o acordo de delação premiada do ex-senador Gim Argello, um dos presos na Operação Lava Jato; ele está detido em Curitiba desde abril; ex-líder do PTB no Senado, o ex-parlamentar atuava com desenvoltura no Congresso entre 2011 e 2014 e tinha acesso fácil à cúpula de partidos como PMDB; de acordo com as investigações, Gim agiu para evitar a convocação de empreiteiros na CPI  (Foto: Valter Lima)

247 - A Justiça Federal do Paraná homologou nesta quinta-feira (21) o acordo de delação premiada do ex-senador Gim Argello, um dos presos na Operação Lava Jato. Ele está detido em Curitiba desde abril.

Ex-líder do PTB no Senado, o ex-parlamentar atuava com desenvoltura no Congresso entre 2011 e 2014 e tinha acesso fácil à cúpula de partidos como PMDB. De acordo com as investigações, Gim agiu para evitar a convocação de empreiteiros na CPI mediante cobrança de pagamentos indevidos travestidos de doações eleitorais oficiais em favor dos partidos de sua base de sustentação.

O ex-senador prestou depoimento aos investigadores da Lava Jato em dezembro do ano passado sobre as denúncias feitas contra ele pelo empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC e um dos delatores da Lava Jato. Segundo o empresário, Gim recebeu R$ 5 milhões da UTC para evitar convocação na CPI da Petrobras. Ainda de acordo com o depoimento do empreiteiro, o DEM ficou com a maior parte, R$ 1,7 milhão, o PRTB e o PMN receberam R$ 1,15 milhão cada e o PR, mais R$ 1 milhão. Esses partidos faziam parte da coligação pela qual Gim tentou, sem sucesso, se reeleger senador.

 

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